Existe uma cidade esperando por você?

Carol Spengler • 11 de junho de 2026

Algumas cidades passam pela nossa vida sem deixar marcas. São bonitas, interessantes, rendem fotos e boas lembranças. Mas existem outras que fazem algo completamente diferente.

Elas permanecem.


Você vê vídeos sem procurar. Salva referências no celular. Pesquisa passagem “por curiosidade”. Imagina como seria morar ali, caminhar pelas ruas, frequentar os cafés, ouvir o idioma todos os dias e transformar aquela paisagem em rotina.


E, aos poucos, aquela cidade deixa de parecer apenas um destino turístico.

Ela começa a parecer possibilidade.


Talvez seja Paris. Talvez Nova York. Talvez Roma, Londres, Tóquio ou qualquer outro lugar do mundo que desperte uma sensação difícil de explicar. Porque algumas cidades não atraem apenas pelo que oferecem visualmente. Elas despertam identificação.


Como se uma versão sua existisse ali.


Viajar tem muito mais relação com emoção do que as pessoas imaginam. Não escolhemos destinos apenas pela arquitetura, pela gastronomia ou pelos pontos turísticos. Muitas vezes escolhemos pela sensação que acreditamos que vamos sentir quando estivermos lá.

E isso muda tudo.


Porque em algum momento, viajar deixa de ser apenas sobre “conhecer um lugar” e passa a ser sobre experimentar uma nova perspectiva de vida. Novos hábitos. Novas referências. Novas possibilidades.


Talvez seja por isso que certas cidades nos perseguem tanto.

Elas representam algo que ainda não vivemos, mas que, de alguma forma, sentimos falta mesmo sem conhecer.


E talvez a pergunta certa não seja “qual cidade você quer visitar”.


Talvez seja:

Qual cidade parece estar esperando por você?

Quando estiver pronto para transformar essa vontade em realidade, a Fibratur pode ajudar você a começar esse caminho
23 de setembro de 2026
Uma viagem corporativa começa muito antes do embarque. Antes de escolher um voo ou reservar um hotel, existe uma série de decisões que podem impactar diretamente o custo da viagem, a produtividade do colaborador e até o resultado do compromisso que motivou aquele deslocamento. E, embora a antecedência seja importante, existe uma diferença entre simplesmente comprar uma viagem cedo e planejar uma viagem de forma estratégica. As viagens corporativas continuam ocupando um papel relevante na economia brasileira. Em 2025, o segmento movimentou cerca de R$ 13,7 bilhões no Brasil, segundo dados da Abracorp. Para 2026, a entidade projeta um novo recorde, próximo de R$ 14 bilhões. No cenário global, a GBTA projeta crescimento de 13,8% nos gastos com viagens corporativas no Brasil em 2026. Ao mesmo tempo, o mercado enfrenta pressão de custos, maior complexidade operacional e necessidade crescente de controle e visibilidade. Isso significa que o desafio das empresas não é simplesmente viajar menos. É viajar melhor. Quanto tempo antes devo planejar uma viagem corporativa? Não existe uma única resposta. A antecedência ideal depende do tipo de viagem, do destino, do período, do perfil do viajante e do objetivo daquele deslocamento. Uma viagem nacional simples pode ser administrada com algumas semanas de antecedência. Já uma viagem internacional, uma participação em feira ou congresso, ou uma viagem de grupo exige planejamento muito maior. Como referência de gestão: Viagens nacionais individuais : 14 a 21 dias podem oferecer uma boa margem para planejamento. Viagens internacionais : 30 a 60 dias ou mais permitem trabalhar com maior variedade de voos, horários e hospedagens. Feiras, congressos e grandes eventos : quanto antes a participação estiver confirmada, melhor. A disponibilidade de hotéis próximos ao evento e de voos em horários convenientes pode se tornar um fator crítico. Grupos e viagens de incentivo : o planejamento deve começar ainda mais cedo, principalmente quando envolve bloqueio de apartamentos, transporte, restaurantes, eventos e experiências. Esses períodos não devem ser tratados como regras rígidas de compra. O mais importante é analisar cada viagem dentro do contexto da empresa. Antecedência não significa apenas pagar menos Esse é um dos principais equívocos na gestão de viagens corporativas. O menor preço nem sempre representa a melhor escolha. Um voo mais barato pode ter uma conexão longa, chegar depois do horário de uma reunião ou exigir um deslocamento adicional. Da mesma forma, um hotel com diária menor pode estar distante do local do evento e gerar mais gastos com transporte, além de consumir tempo do colaborador. Por isso, a análise precisa considerar o custo total da viagem. Preço da passagem, hospedagem, transporte, tempo de deslocamento, produtividade, flexibilidade e segurança fazem parte dessa conta. Em uma viagem corporativa, o objetivo não é encontrar simplesmente a opção mais barata. É encontrar a melhor solução dentro das regras e objetivos da empresa. A política de viagens transforma decisões individuais em uma estratégia corporativa Empresas que possuem uma política de viagens bem estruturada conseguem estabelecer parâmetros claros para diferentes situações. Quanto pode ser gasto com uma passagem? Qual categoria de hotel pode ser utilizada? Quando uma compra precisa de aprovação? Qual é a antecedência esperada? Quando uma exceção precisa ser justificada? Quem aprova? Essas regras reduzem decisões improvisadas e ajudam a equilibrar autonomia do colaborador com controle financeiro. Mais importante ainda: uma política eficiente precisa estar conectada à operação. Não basta ter um documento dizendo o que pode ou não pode. É preciso que a política esteja refletida no processo de solicitação, aprovação, reserva, emissão, prestação de contas. E quando a viagem aparece de última hora? A realidade corporativa nem sempre permite planejamento. Uma reunião pode surgir de repente. Um cliente pode antecipar uma visita. Uma oportunidade comercial pode exigir que um executivo embarque no dia seguinte. Por isso, uma boa gestão de viagens também precisa estar preparada para as exceções. Nesses casos, o papel de uma agência especializada vai muito além de encontrar disponibilidade. É preciso avaliar alternativas de horários, conexões, aeroportos, hotéis e condições tarifárias, além de entender o contexto da viagem e encontrar uma solução que atenda à necessidade do negócio. Planejamento reduz o número de exceções. Gestão eficiente resolve as exceções que inevitavelmente vão acontecer. Tecnologia transforma viagens em dados para decisão Quanto maior o volume de viagens de uma empresa, mais importante se torna transformar as informações da operação em indicadores. Uma gestão estruturada permite acompanhar, por exemplo: • gastos por centro de custo; • viagens por área ou departamento; • antecedência média das compras; • percentual de viagens dentro ou fora da política; • tarifa média; • principais rotas; • gastos com hotelaria; • utilização de fornecedores; • volume de exceções; • economia e oportunidades de negociação. Esses dados permitem que a empresa deixe de olhar para a viagem apenas depois que ela aconteceu. Ela passa a identificar padrões e tomar decisões antes da próxima compra. É aí que a gestão de viagens deixa de ser apenas operacional e passa a contribuir diretamente para a estratégia financeira da empresa. O papel de uma agência de viagens corporativas mudou A gestão moderna de viagens corporativas combina pessoas, tecnologia, processos e inteligência de dados. A tecnologia facilita a reserva e o controle e a política estabelece os parâmetros. Os dados mostram onde estão as oportunidades e uma equipe especializada entra em cena para analisar cenários, resolver exceções, apoiar o viajante e transformar essas informações em decisões melhores. O resultado é uma operação mais previsível para a empresa e uma experiência mais simples para quem precisa viajar. Afinal, quanto antes é melhor? Na maioria das situações, sim, mas não porque uma compra antecipada necessariamente terá o menor preço. É melhor porque dá à empresa mais opções para tomar a decisão certa. No final, uma viagem corporativa não deve ser avaliada apenas pelo valor da passagem ou da diária. Ela deve ser analisada pelo resultado que aquela viagem ajuda a empresa a alcançar. Porque viajar a trabalho é um investimento. E quanto melhor a gestão, maior a possibilidade de transformar esse investimento em resultado. Sua empresa sabe quanto está gastando, onde estão as exceções e quanto poderia economizar com uma gestão mais estruturada?
18 de setembro de 2026
Durante muito tempo, falar em turismo de luxo significava pensar em hotéis cinco estrelas, suítes sofisticadas, restaurantes premiados e serviços exclusivos. Tudo isso continua fazendo parte desse universo, mas o conceito de luxo está mudando. Hoje, viajar com exclusividade tem cada vez menos relação com ostentação e muito mais com tempo, privacidade, personalização e experiências que realmente façam sentido para quem viaja. Os viajantes de alto padrão estão cada vez mais interessados em experiências únicas, roteiros personalizados e momentos que não possam ser simplesmente reproduzidos por qualquer pessoa. Uma visita privativa a uma vinícola, um jantar preparado especialmente por um chef, uma experiência cultural exclusiva, alguns dias em uma propriedade cercada pela natureza ou até mesmo um roteiro pensado para fugir dos destinos mais movimentados podem representar muito mais do que simplesmente escolher a hospedagem mais luxuosa. Essa transformação também aparece na escolha dos destinos. Muitos viajantes passaram a buscar períodos de menor movimento e lugares menos óbvios, justamente para aproveitar cada experiência com mais tranquilidade. A exclusividade, nesse caso, está também na possibilidade de conhecer um destino sem pressa, com mais privacidade e longe das grandes multidões. Outro aspecto que ganhou força é o bem-estar. Ter tempo para desacelerar, cuidar da saúde, estar em contato com a natureza ou simplesmente desfrutar de alguns dias sem uma agenda cheia passou a ser um dos maiores símbolos de luxo. Spas, retiros, hotéis boutique, experiências gastronômicas e destinos de natureza aparecem cada vez mais nos roteiros de quem busca não apenas conforto, mas uma viagem capaz de proporcionar uma pausa verdadeira na rotina. E talvez essa seja a principal mudança: o viajante de luxo não procura necessariamente o que é mais caro, mas aquilo que é mais adequado ao seu perfil. Para uma pessoa, luxo pode significar uma vila privativa na Toscana. Para outra, pode estar em uma viagem de trem pela Europa, em um safári, em uma experiência gastronômica exclusiva ou em alguns dias em uma ilha paradisíaca. É justamente por isso que planejar uma viagem de alto padrão exige mais do que fazer reservas. Escolher o melhor período, encontrar uma hospedagem que realmente corresponda às expectativas, garantir uma mesa disputada, organizar um transfer privativo ou criar uma experiência especial exige conhecimento, relacionamento e atenção aos detalhes. Nesse cenário, o papel de uma agência especializada vai muito além da compra de passagens e reservas. O trabalho começa entendendo o viajante: seus gostos, seu ritmo, suas prioridades e aquilo que espera vivenciar. A partir daí cada escolha pode ser pensada para transformar o roteiro em algo verdadeiramente personalizado. No fim das contas, o verdadeiro luxo está cada vez menos naquilo que pode ser exibido e mais naquilo que pode ser vivido. É ter tempo, liberdade, conforto e experiências que permaneçam na memória. Porque uma viagem de luxo não precisa ser grandiosa para ser extraordinária, ela precisa ser única para quem a vive.
11 de agosto de 2026
Viajar pela América do Sul pode ficar mais simples para os brasileiros com a consolidação da Carteira de Identidade Nacional (CIN) como documento de viagem. O novo documento, que utiliza o CPF como número único de identificação, passa a ser uma alternativa ao passaporte em países que mantêm acordos com o Brasil para circulação de turistas. Atualmente, a CIN pode ser utilizada por brasileiros em viagens de turismo para Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile, Peru, Colômbia, Bolívia e Equador , observadas as regras de cada destino. A mudança acompanha um movimento de modernização dos documentos brasileiros. A CIN foi desenvolvida com padrões de segurança mais avançados, incluindo QR Code e zona de leitura mecânica (MRZ), recurso também utilizado em documentos internacionais. Além de padronizar a identificação dos brasileiros em todo o país, a nova carteira busca facilitar a conferência de dados e reduzir possibilidades de fraude. A facilidade, porém, não significa que basta ter uma CIN emitida para embarcar. Há outros detalhes importantes que precisam ser observados antes da viagem. O documento deve ser apresentado em sua versão física, estar em bom estado de conservação e ter fotografia que permita identificar claramente o titular . A versão exclusivamente digital da CIN não substitui o documento físico nos postos de imigração. Outro cuidado está relacionado à data de emissão. Para viagens de turismo aos países do Mercosul e associados, a Polícia Federal orienta que seja apresentada cédula de identidade emitida há menos de 10 anos. Documentos como CNH, OAB, CRM, carteiras profissionais e certidões não substituem a identidade para fins de entrada nesses países. Documento facilita, mas planejamento continua essencial “Ter a CIN em mãos facilita muito a viagem, mas ela é apenas uma parte do planejamento. É preciso conferir as regras específicas do país de destino, a validade e as condições do documento, além das exigências sanitárias. Muitas vezes, o viajante acredita que, por estar dentro de um acordo de circulação, está com tudo resolvido, e não é bem assim”, explica Carol Spengler, proprietária da Fibratur Turismo. Um dos exemplos são as exigências relacionadas à febre amarela. Bolívia, Equador, Colômbia e Paraguai estão entre os destinos que podem exigir o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) para viajantes procedentes de áreas de risco. A orientação oficial é consultar as exigências atualizadas antes do embarque, inclusive considerando eventuais escalas e conexões. O CIVP para febre amarela tem validade por toda a vida, e a comprovação passa a valer 10 dias após a vacinação. “É importante não deixar essas verificações para a última hora. Além da documentação de identificação, o passageiro precisa olhar vacinação, regras de entrada, conexão, hospedagem e outros requisitos que podem variar de um país para outro. Para quem viaja com crianças, inclusive recém-nascidos, o planejamento documental também precisa ser feito com antecedência”, acrescenta Carol. Também é importante considerar o seguro viagem. Mesmo nos destinos em que ele não é uma exigência para entrada, a contratação pode evitar despesas elevadas diante de uma emergência médica ou outro imprevisto durante a viagem. Dependendo da cobertura contratada, o seguro pode oferecer assistência médica e odontológica, suporte em caso de bagagem extraviada, cancelamento ou interrupção da viagem e outros serviços. Para destinos fora desse grupo de países sul-americanos, a CIN não substitui o passaporte. Nesses casos, o viajante deve observar a validade exigida pelo país de destino, que frequentemente é de pelo menos seis meses, além de outras regras específicas. Também é importante verificar previamente se o destino aceita passaportes de emergência ou se exige um documento convencional. Fibratur orienta viajantes em todas as etapas Para quem está planejando uma viagem internacional, contar com orientação profissional pode fazer diferença. Em Florianópolis, a Fibratur Turismo, agência com mais de 30 anos de atuação no mercado, oferece suporte para diferentes etapas da viagem, desde a escolha do destino e emissão de passagens até hospedagem, roteiros e contratação de seguro viagem. A agência também pode auxiliar o viajante na organização de serviços e comodidades que tornam a experiência mais tranquila, especialmente para quem está viajando ao exterior pela primeira vez ou pretende montar um roteiro que envolva diferentes cidades e países. Com a modernização dos documentos brasileiros e as possibilidades de circulação pela América do Sul, o momento é favorável para colocar novos destinos no mapa. Mas, antes de fazer as malas, a recomendação continua sendo a mesma: informação, planejamento e documentação em dia são os melhores companheiros de viagem. Para quem está em Florianópolis e região, a Fibratur Turismo oferece atendimento especializado para transformar o planejamento em uma viagem organizada, segura e de acordo com o perfil de cada viajante.
28 de julho de 2026
Viajar para o exterior pela primeira vez é uma experiência cheia de expectativas, mas um detalhe que parece óbvio ainda gera muitas dúvidas entre os passageiros: afinal, onde retirar a bagagem no retorno ao Brasil?  A resposta é simples, mas nem sempre é bem explicada. Quem desembarca de um voo internacional e segue para outra cidade brasileira precisa, obrigatoriamente, retirar a bagagem na primeira cidade de chegada ao Brasil, passar pela alfândega e, depois, fazer um novo despacho das malas para o voo doméstico. Um exemplo comum é o trajeto Miami – São Paulo – Florianópolis. Ao desembarcar em São Paulo, o passageiro deve retirar as malas, passar pela fiscalização da Receita Federal e, somente depois, fazer o check-in da bagagem para Florianópolis. Segundo Carol Spengler, proprietária da Fibratur, muitos transtornos acontecem porque o viajante desconhece essa regra ou não recebe a orientação adequada durante o voo. "Muitos passageiros acreditam que a bagagem seguirá automaticamente até o destino final, mas isso não acontece nos voos internacionais com conexão no Brasil. A retirada da mala na primeira cidade de chegada é obrigatória para o processo de alfândega, e esse é um dos pontos que mais gera dúvidas entre quem viaja pela primeira vez", explica Carol. Outro cuidado importante é comprar toda a viagem em uma única reserva, desde a origem no exterior até a cidade final no Brasil. "Se o trecho internacional e o nacional forem emitidos juntos, a companhia aérea é responsável por reacomodar o passageiro caso haja atraso no voo, demora na entrega das bagagens ou filas na alfândega que provoquem a perda da conexão. Mas quando o passageiro compra o voo internacional separado do trecho doméstico, essa responsabilidade deixa de existir. Se perder o voo nacional, poderá ter que comprar uma nova passagem, muitas vezes pagando valores elevados", alerta Carol. Por isso, antes de embarcar, vale buscar orientação especializada para evitar imprevistos e viajar com mais tranquilidade. Com mais de 30 anos de atuação no mercado catarinense, a Fibratur acompanha seus clientes em todas as etapas da viagem, oferecendo suporte desde a escolha das passagens até informações importantes sobre conexões, bagagens e procedimentos de imigração e alfândega.
14 de julho de 2026
Enquanto o inverno toma conta do Sul do Brasil, cresce a procura por viagens em busca de calor, praia e experiências inesquecíveis.
14 de julho de 2026
De cidades históricas europeias ao Caribe de águas cristalinas, opções não faltam para quem deseja aproveitar o período mais concorrido do ano para viajar ao exterior.
Por Carol Spengler • 3 de junho de 2026
A Copa do Mundo sempre movimenta milhões de pessoas ao redor do planeta. Mas a edição de 2026 promete algo ainda maior. Não apenas pelo tamanho do evento, mas pela forma como algumas das cidades mais icônicas dos Estados Unidos vão se transformar completamente durante esse período. Quem já viveu grandes eventos internacionais sabe que a experiência vai muito além dos jogos. A atmosfera muda nas ruas, nos restaurantes, nos hotéis e até na forma como as pessoas ocupam a cidade. Torcedores do mundo inteiro passam a compartilhar os mesmos espaços, criando uma energia difícil de explicar para quem nunca viveu isso presencialmente. Nova York, por exemplo, ganha um ritmo ainda mais intenso durante grandes eventos globais. Telões espalhados, bares lotados, pessoas falando diferentes idiomas e a sensação constante de que tudo importante está acontecendo ao mesmo tempo. Miami mistura praia, entretenimento e futebol em uma cidade naturalmente vibrante. Durante a Copa, essa energia cresce ainda mais, transformando cada dia em uma experiência diferente. Los Angeles entrega uma combinação difícil de encontrar em outro lugar do mundo. Grandes estádios, estrutura gigantesca, entretenimento em alto nível e uma cidade que já parece cenário de cinema mesmo em dias comuns. Dallas entra como um dos destinos ideais para quem gosta da grandiosidade dos eventos americanos. Arquitetura impactante, arenas impressionantes e uma atmosfera criada para receber multidões. O mais interessante é que, durante a Copa, essas cidades deixam de ser apenas destinos turísticos. Elas passam a funcionar como ponto de encontro do mundo inteiro. E esse tipo de viagem raramente funciona no improviso. Os melhores roteiros, experiências e oportunidades surgem para quem começa a planejar antes. Porque uma viagem como essa não é apenas sobre assistir jogos. É sobre viver um momento histórico diretamente do lugar onde tudo está acontecendo. A Copa de 2026 vai durar algumas semanas. Mas as lembranças podem acompanhar você pelo resto da vida.
18 de maio de 2026
Viajar deixou de ser um luxo pontual para se tornar uma escolha cada vez mais presente no estilo de vida das mulheres. Nos últimos anos, esse movimento ganhou força e hoje já impacta diretamente o setor de turismo, com um crescimento significativo no número de viajantes femininas, e muitas delas optando por explorar o mundo sozinhas. Mais do que uma tendência passageira, trata-se de uma mudança de comportamento que envolve independência, planejamento financeiro e busca por experiências significativas. Dados recentes apontam que uma parcela relevante das mulheres tem priorizado investir em viagens em vez de compromissos tradicionais de longo prazo, como a compra de um imóvel. Para muitas, as férias já ocupam o topo da lista de prioridades financeiras, refletindo um novo olhar sobre qualidade de vida e bem-estar. Esse planejamento também se traduz em números expressivos: uma fatia considerável investe anualmente valores significativos em viagens, mostrando que essa decisão é cada vez mais estruturada e consciente. Dentro desse cenário, as viagens solo femininas se destacam. Atualmente, mulheres representam a maioria entre viajantes que optam por explorar destinos por conta própria, com estimativas que chegam a até 80% desse público em nível global. A motivação vai além do turismo tradicional e inclui fatores como autoconhecimento, liberdade, descanso e a possibilidade de vivenciar experiências personalizadas. Além disso, muitas têm buscado roteiros voltados ao bem-estar, hobbies e momentos de reconexão consigo mesmas. No Brasil, o hábito de viajar também segue em expansão. A maior parte das viagens ainda acontece dentro do próprio país, mas os destinos internacionais continuam despertando interesse, especialmente entre quem busca novas culturas e experiências diferenciadas. Países da América do Sul, América do Norte e Europa seguem entre os preferidos, enquanto destinos menos convencionais começam a ganhar espaço entre mulheres que desejam sair do roteiro tradicional com segurança e autenticidade. Outro reflexo dessa transformação está na forma como a viagem é encarada. A experiência não começa mais apenas no destino final, mas desde o embarque. O aumento expressivo no uso de serviços em aeroportos, como salas VIP, mostra que conforto e qualidade passaram a ser parte essencial da jornada, alinhando-se a um perfil de viajante mais exigente e atento aos detalhes. Com esse novo comportamento, o turismo se adapta para atender um público cada vez mais independente, informado e interessado em vivências completas. E para transformar planos em realidade com segurança e praticidade, contar com apoio especializado faz toda a diferença. A Fibratur, com 31 anos de experiência, está pronta para ajudar mulheres a organizar o melhor roteiro e aproveitar cada etapa da viagem com tranquilidade e confiança.
Por Carol Spengler • 14 de maio de 2026
Planejar uma viagem internacional envolve escolhas importantes. Destino, roteiro, hospedagem, época do ano. Mas existe uma decisão que vem antes de todas elas e que pode definir completamente o sucesso da viagem: o visto correto. Muita gente encara essa etapa apenas como burocracia. Só percebe a importância dela quando surgem problemas no processo, atrasos inesperados ou até negativas que poderiam ter sido evitadas com orientação adequada. A verdade é que cada país possui exigências específicas e cada objetivo de viagem exige um enquadramento diferente. Turismo, estudo, trabalho, intercâmbio, permanências mais longas ou processos de mudança definitiva seguem critérios distintos. Cada categoria possui regras próprias, documentos específicos, análises diferentes e prazos que variam de acordo com o destino e o perfil do viajante. E é justamente aí que muitos erros acontecem. Escolher um visto incompatível com o objetivo da viagem pode comprometer o embarque, dificultar futuras solicitações e até gerar problemas migratórios que acompanham o viajante por anos. Em muitos casos, o problema não está no perfil da pessoa, mas na forma como o processo foi conduzido desde o início. Por isso, o visto não deve ser tratado como um detalhe operacional. Ele precisa ser analisado de forma estratégica. Quando existe orientação adequada, o processo deixa de parecer confuso e passa a seguir um caminho mais claro, organizado e seguro. A análise correta do perfil, a preparação da documentação e o alinhamento entre objetivo e solicitação reduzem erros, evitam retrabalho e aumentam a previsibilidade em cada etapa. Na prática, isso significa menos ansiedade, menos improviso e muito mais segurança para quem realmente quer transformar planos em embarque real. A Fibratur atua com acompanhamento detalhado e análise individual de cada caso, estruturando processos de visto com método, clareza e precisão. Porque antes de qualquer viagem internacional acontecer, existe uma etapa que precisa ser feita do jeito certo. E ela começa aqui.
Por Carol Spengler • 11 de maio de 2026
Floripa terá 4 voos diretos para Lisboa a partir de julho.