FIQUE ATENTO

Informações importantes para sua viagem

Antes do embarque

Obrigatoriedades e Dicas Pré-Viagem:


- Passaporte com validade mínima de 6 (seis) meses após a data da viagem;


- Para países do Mercosul é permitido viajar com RG, desde que recente e em bom estado de conservação (emitido no máximo há 10 anos);


- Verificar a necessidade de emissão de visto consular;


- Verificar as vacinas exigidas nos países destino/conexão;


- Verificar se os países destino/conexão exigem teste para Covid-19;


- Efetuar seguro viagem, mesmo que não seja obrigatório em seu destino;


- Antes do embarque, verificar a necessidade de preencher e emitir formulário de saúde nos países destino/conexão;


- Para o retorno ao Brasil, é exigido teste RT-PCR negativo, emitido em inglês/espanhol/português, dentro de 72hs antes do embarque, além do preenchimento do formulário de saúde da Anvisa https://formulario.anvisa.gov.br ;


- Criança ou adolescente viajando em companhia somente de um dos pais: O outro deverá autorizar por escrito, com firma reconhecida, por autenticidade ou semelhança, ou por escritura pública (Resolução CNJ 131/2011). Recomendamos que o passageiro porte 3 vias originais desta autorização.


- Criança ou adolescente viajando em companhia de terceiros maiores, capazes e de nacionalidade brasileira: Deverá os pais, tutor ou guardião autorizarem a viagem (assinatura de ambos os pais) com firma reconhecida, por autenticidade ou semelhança, ou por escritura pública (Resolução CNJ 131/2011). Recomendamos que o passageiro porte 3 vias originais dessa autorização. Caso o terceiro seja estrangeiro, é necessária autorização judicial).


- Atenção – No caso de um dos pais terem falecido, há a necessidade de apresentação da Certidão de Óbito no momento do embarque. O novo passaporte brasileiro (de cor Azul) não registra a filiação do passageiro, dessa maneira, deve-se apresentar o RG original e em bom estado e que identifique com clareza o seu portador junto com o passaporte.

Viagem para Menores de Idade


É importante estar atento para as leis que regem as viagens de crianças e adolescentes. Crianças de até 12 anos incompletos, desacompanhadas, devem apresentar autorização judicial para embarcar. 

Se estiverem acompanhadas por qualquer pessoa que não sejam os pais (mesmo parentes), devem apresentar o original da certidão de nascimento.

Adolescentes de 12 a 18 anos, desacompanhados, precisam apresentar a certidão de nascimento original.


Tais viagens devem obedecer ao Estatuto da Criança e do Adolescente: Seção III – Da autorização para viajar


Art. 83 – Nenhuma criança poderá viajar para fora da comarca onde reside, desacompanhada dos pais ou responsável, sem expressa autorização judicial.


§ 1º – A autorização não será exigida quando:


a) Tratar-se de comarca contígua à da residência da criança, se na mesma unidade da Federação, ou incluída na mesma região metropolitana.


b) A criança estiver acompanhada:


1) De ascendente ou colateral maior, até o terceiro grau, comprovado documentalmente o parentesco.


2) De pessoa maior, expressamente autorizada pelo pai, mãe ou responsável.


§ 2º – A autoridade judiciária poderá, a pedido dos pais ou responsável, conceder autorização válida por dois anos.


Art. 84 – Quando se tratar de viagem ao exterior, a autorização é dispensável, se a criança ou adolescente:


I – estiver acompanhado de ambos os pais ou responsável.


II – viajar na companhia de um dos pais, autorizado expressamente pelo outro através de documento com firma reconhecida.


Art. 85 – Sem prévia e expressa autorização judicial, nenhuma criança ou adolescente nascido em território nacional poderá sair do País em companhia de estrangeiro residente ou domiciliado no exterior.

Habilitação no Exterior

 

Que tipo de habilitação preciso apresentar para alugar um carro? 

 

Nos Estados Unidos, a única habilitação aceita para alugar um carro com capacidade até 15 passageiros é a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), de qualquer categoria, junto com o passaporte.

 

Qual a idade mínima para locação de carro? 

 

Estará apto para alugar um veículo nos Estados Unidos a pessoa que tiver idade mínima de 21 anos, sendo que será cobrada uma taxa adicional de aproximadamente $25.00 (vinte e cinco dólares) por dia ao locatário com menos de 25 anos de idade, além do valor total referente ao aluguel do carro.

 

Que documentação do carro alugado eu irei receber?

 

Nos Estados Unidos, a única documentação referente ao veículo alugado que o locatário receberá da locadora será o contrato de locação, sendo esse o único documento necessário para transitar com o automóvel. Nele encontram-se todas as informações exigidas para apresentar às autoridades locais quando solicitado. 

 

O que é um motorista adicional?

 

É o motorista habilitado a dirigir o veículo alugado além do motorista principal (locatário).

Todos os motoristas adicionais devem atender às qualificações de locação no que diz respeito à idade e ao registro de direção. A maioria das locadoras cobram uma taxa diária de U$10.00/dia por motorista adicional, exceto quando este já estiver incluso no plano de locação. O nome do motorista adicional deve ser acrescentado ao contrato, podendo-se fazer isso no momento da retirada do veículo ou em qualquer outro momento durante o período de locação. Para tal, basta passar por uma loja da locadora na presença do motorista principal e do motorista adicional.

 

Com quanto combustível receberei o carro? 

 

A prática comum nas locadoras dos EUA e da Europa é entregar o veículo ao locatário com o tanque de combustível cheio. Feito isso, ao cliente é oferecido as opções de pré pagar pelo primeiro tanque de combustível ou de completar o tanque no posto de abastecimento de sua preferência antes da devolução do veículo. Caso isso não ocorra, o combustível consumido será cobrado pela locadora com taxa adicional de serviço. 

 

Posso retirar o carro em uma cidade e devolver em outra? 

 

Sim, nos Estados Unidos é permitida a retirada de veículos em uma cidade e devolução em outra. Em alguns casos poderá haver uma cobrança de taxa de retorno (one way) com valores que variam dependendo das cidades. O valor da taxa de retorno (one way), quando aplicável, já estará incluído no total a pagar indicado em sua confirmação de reserva. Na Europa é permitida a retirada e a devolução entre cidades, podendo também ser cobrada a taxa de retorno. No entanto, existem algumas restrições para retirada e devolução entre alguns países.  

 

Como faço para pagar uma multa de transito? 

 

Nos Estados Unidos, as multas de trânsito são emitidas contra a carteira de habilitação do infrator, não pela placa do carro. Portanto, nenhuma informação referente à multa será cobrada ou enviada à locadora, ficando o próprio infrator responsável pelo pagamento da mesma. Multas de trânsito podem ser pagas com cheques em dólares enviados ao endereço indicado no verso da multa ou, em alguns casos, dependendo do município, o pagamento poderá ser efetuado pela internet com cartão de credito.

 

O que acontece se eu cometer uma infração de pedágio?

 

Em algumas estradas de cidades dos Estados Unidos, existe a cobrança de pedágio. Em muitos casos, existe uma fila – geralmente nas extremidades – que permite ao motorista possuidor do aparelho de pagamento automático (pré-pago) passar sem que sejam necessários a parada e o pagamento ao atendente. Quando um veículo não equipado com esse aparelho passa por essa fila, é tirada uma foto da placa do carro e a multa é enviada ao proprietário do veículo. Ao se trata de carro de locadora, a mesma irá debitar o valor da multa no cartão de crédito do cliente, o que normalmente acontece em data posterior à devolução do carro, já que o recebimento do comunicado da multa por parte da locadora pode levar até 30 dias. O valor a ser pago pela infração varia de $10.00 a $50.00, dependendo do município e da estrada.  

 

Aonde pago uma multa de estacionamento? 

 

Em caso de multa de estacionamento nos Estados Unidos, a pessoa tem até o prazo indicado na mesma (geralmente 30 dias) para pagar o valor original. Quando vencido o prazo inicial, o valor da multa será acrescido, podendo custar o triplo ou até mais. A quantia pode ser paga com cheque em dólares, o qual deverá ser enviado ao endereço constante na multa, ou, dependendo do município, via pagamento online com cartão de crédito. Caso a multa não seja paga dentro do prazo, a locadora será cobrada. Essa, por sua vez, debitará a quantia em questão do cartão de crédito do locatário, o que poderá ocorrer em até 90 dias após a devolução do carro.

Passaporte


Está pensando em viajar? Seu passaporte está em dia? 


Antes de tudo, siga estas dicas:


- Providencie seu passaporte com, pelo menos, um mês de antecedência;

- Verifique o prazo de validade do passaporte e dos vistos;

- Ao receber passagens, confira os dados e serviços solicitados;

- Leve sempre uma cópia de seu passaporte;

- Leve carteira de motorista internacional. Mesmo que não pretenda alugar carro, você pode precisar dela;


Abaixo o link para saber tudo sobre passaporte para Brasileiros


⇒ http://www.dpf.gov.br/servicos/passaporte/passaporte

Países que exigem Visto


Entre os diversos tipos de visto, o mais comum é o do turista, com o qual se pode ficar, normalmente, até 90 dias no destino. No entanto, informe-se sobre o mais indicado para você entrar no país que deseja. Lembre-se ainda que, se o seu voo tiver escala em países que exigem visto, você terá que providenciá-lo(s), mesmo que seu destino final não tenha essa exigência.

 

Países que exigem visto de entrada para viajantes brasileiros 


Afeganistão, Angola, Antígua e Barbuda, Arábia Saudita, Argélia, Armênia, Austrália, Azerbaijão, Bangladesh, Bahrein, Belarus, Belize, Benin, Botsuana, Brunei, Burkina Faso, Burundi, Butão, Cabo Verde, Camarões, Camboja, Canadá, Catar, Cazaquistão, Chade, China, Cingapura, Congo, Congo, Rep. Democrática, Coréia do Norte, Costa do Marfim, Cuba, Djibuti, Dominica, Egito, El Salvador, Emirados Árabes, Eritréia, Estados Unidos, Etiópia, Gabão, Gâmbia, Gana, Geórgia, Granada, Guiné, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Haiti, Iêmen, Ilhas Comores, Ilhas Cook, Ilhas Fiji, Ilhas Kiribati, Ilhas Maldivas, Ilhas Marianas, Ilhas Marshall, Ilhas Maurício, Ilhas Salomão, Ilhas Seychelles, Ilhas Tuvalu, Índia, Indonésia, Irã, Iraque, Jamaica, Japão, Jordânia, Kuaite, Laos, Lesoto, Líbano, Libéria, Líbia, Macedônia, Madagascar, Malaui, Mali, Mauritânia, Micronésia, Moçambique, Moldávia, Mongólia, Montenegro, Myanmar, Nauru, Nepal, Nicarágua, Níger, Nigéria, Omã, Palestina*, Papua Nova Guiné, Paquistão, Quênia, Quirguistão, República Centro Africana, República Dominicana, Ruanda, Samoa Ocidental, Santa Lúcia, São Cristovão e Nevis, São Tomé e Príncipe, São Vicente e Granadinas, Senegal, Serra Leoa, Sérvia, Síria, Somália, Sri Lanka, Suazilândia, Sudão, Tadjiquistão, Tanzânia, Timor Leste, Togo, Tonga, Turcomenistão, Ucrânia, Uganda, Uzbesquistão, Vanuatu, Vietnã, Zâmbia, Zimbábue



Para encaminhar seu visto de viagem, entre em contato e conte com a Fibratur.

Vacinas


O Ministério da Saúde e órgãos internacionais recomendam a vacinação para evitar enfermidades endêmicas e contagiosas que possam ser contraídas pelo viajante ao ingressar em diferentes países e estados brasileiros.


Febre amarela – A vacina contra febre amarela deve ser administrada pelo menos dez dias antes da viagem. É gratuita, tem validade de dez anos pode ser tomada nos postos de vacinação, onde será registrada.


Vários países exigem o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) para ingresso em seus territórios, assim como os seguintes estados brasileiros: Acre, Amazonas, Amapá, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.


O CIVP  pode ser obtido nos postos do Ministério da Saúde, agências da Anvisa ou nos postos de vacinação de aeroportos, portos e fronteiras no ato da imunização.

Outras dicas e informações importantes, leia em nosso Blog

23 de setembro de 2026
Uma viagem corporativa começa muito antes do embarque. Antes de escolher um voo ou reservar um hotel, existe uma série de decisões que podem impactar diretamente o custo da viagem, a produtividade do colaborador e até o resultado do compromisso que motivou aquele deslocamento. E, embora a antecedência seja importante, existe uma diferença entre simplesmente comprar uma viagem cedo e planejar uma viagem de forma estratégica. As viagens corporativas continuam ocupando um papel relevante na economia brasileira. Em 2025, o segmento movimentou cerca de R$ 13,7 bilhões no Brasil, segundo dados da Abracorp. Para 2026, a entidade projeta um novo recorde, próximo de R$ 14 bilhões. No cenário global, a GBTA projeta crescimento de 13,8% nos gastos com viagens corporativas no Brasil em 2026. Ao mesmo tempo, o mercado enfrenta pressão de custos, maior complexidade operacional e necessidade crescente de controle e visibilidade. Isso significa que o desafio das empresas não é simplesmente viajar menos. É viajar melhor. Quanto tempo antes devo planejar uma viagem corporativa? Não existe uma única resposta. A antecedência ideal depende do tipo de viagem, do destino, do período, do perfil do viajante e do objetivo daquele deslocamento. Uma viagem nacional simples pode ser administrada com algumas semanas de antecedência. Já uma viagem internacional, uma participação em feira ou congresso, ou uma viagem de grupo exige planejamento muito maior. Como referência de gestão: Viagens nacionais individuais : 14 a 21 dias podem oferecer uma boa margem para planejamento. Viagens internacionais : 30 a 60 dias ou mais permitem trabalhar com maior variedade de voos, horários e hospedagens. Feiras, congressos e grandes eventos : quanto antes a participação estiver confirmada, melhor. A disponibilidade de hotéis próximos ao evento e de voos em horários convenientes pode se tornar um fator crítico. Grupos e viagens de incentivo : o planejamento deve começar ainda mais cedo, principalmente quando envolve bloqueio de apartamentos, transporte, restaurantes, eventos e experiências. Esses períodos não devem ser tratados como regras rígidas de compra. O mais importante é analisar cada viagem dentro do contexto da empresa. Antecedência não significa apenas pagar menos Esse é um dos principais equívocos na gestão de viagens corporativas. O menor preço nem sempre representa a melhor escolha. Um voo mais barato pode ter uma conexão longa, chegar depois do horário de uma reunião ou exigir um deslocamento adicional. Da mesma forma, um hotel com diária menor pode estar distante do local do evento e gerar mais gastos com transporte, além de consumir tempo do colaborador. Por isso, a análise precisa considerar o custo total da viagem. Preço da passagem, hospedagem, transporte, tempo de deslocamento, produtividade, flexibilidade e segurança fazem parte dessa conta. Em uma viagem corporativa, o objetivo não é encontrar simplesmente a opção mais barata. É encontrar a melhor solução dentro das regras e objetivos da empresa. A política de viagens transforma decisões individuais em uma estratégia corporativa Empresas que possuem uma política de viagens bem estruturada conseguem estabelecer parâmetros claros para diferentes situações. Quanto pode ser gasto com uma passagem? Qual categoria de hotel pode ser utilizada? Quando uma compra precisa de aprovação? Qual é a antecedência esperada? Quando uma exceção precisa ser justificada? Quem aprova? Essas regras reduzem decisões improvisadas e ajudam a equilibrar autonomia do colaborador com controle financeiro. Mais importante ainda: uma política eficiente precisa estar conectada à operação. Não basta ter um documento dizendo o que pode ou não pode. É preciso que a política esteja refletida no processo de solicitação, aprovação, reserva, emissão, prestação de contas. E quando a viagem aparece de última hora? A realidade corporativa nem sempre permite planejamento. Uma reunião pode surgir de repente. Um cliente pode antecipar uma visita. Uma oportunidade comercial pode exigir que um executivo embarque no dia seguinte. Por isso, uma boa gestão de viagens também precisa estar preparada para as exceções. Nesses casos, o papel de uma agência especializada vai muito além de encontrar disponibilidade. É preciso avaliar alternativas de horários, conexões, aeroportos, hotéis e condições tarifárias, além de entender o contexto da viagem e encontrar uma solução que atenda à necessidade do negócio. Planejamento reduz o número de exceções. Gestão eficiente resolve as exceções que inevitavelmente vão acontecer. Tecnologia transforma viagens em dados para decisão Quanto maior o volume de viagens de uma empresa, mais importante se torna transformar as informações da operação em indicadores. Uma gestão estruturada permite acompanhar, por exemplo: • gastos por centro de custo; • viagens por área ou departamento; • antecedência média das compras; • percentual de viagens dentro ou fora da política; • tarifa média; • principais rotas; • gastos com hotelaria; • utilização de fornecedores; • volume de exceções; • economia e oportunidades de negociação. Esses dados permitem que a empresa deixe de olhar para a viagem apenas depois que ela aconteceu. Ela passa a identificar padrões e tomar decisões antes da próxima compra. É aí que a gestão de viagens deixa de ser apenas operacional e passa a contribuir diretamente para a estratégia financeira da empresa. O papel de uma agência de viagens corporativas mudou A gestão moderna de viagens corporativas combina pessoas, tecnologia, processos e inteligência de dados. A tecnologia facilita a reserva e o controle e a política estabelece os parâmetros. Os dados mostram onde estão as oportunidades e uma equipe especializada entra em cena para analisar cenários, resolver exceções, apoiar o viajante e transformar essas informações em decisões melhores. O resultado é uma operação mais previsível para a empresa e uma experiência mais simples para quem precisa viajar. Afinal, quanto antes é melhor? Na maioria das situações, sim, mas não porque uma compra antecipada necessariamente terá o menor preço. É melhor porque dá à empresa mais opções para tomar a decisão certa. No final, uma viagem corporativa não deve ser avaliada apenas pelo valor da passagem ou da diária. Ela deve ser analisada pelo resultado que aquela viagem ajuda a empresa a alcançar. Porque viajar a trabalho é um investimento. E quanto melhor a gestão, maior a possibilidade de transformar esse investimento em resultado. Sua empresa sabe quanto está gastando, onde estão as exceções e quanto poderia economizar com uma gestão mais estruturada?
18 de setembro de 2026
Durante muito tempo, falar em turismo de luxo significava pensar em hotéis cinco estrelas, suítes sofisticadas, restaurantes premiados e serviços exclusivos. Tudo isso continua fazendo parte desse universo, mas o conceito de luxo está mudando. Hoje, viajar com exclusividade tem cada vez menos relação com ostentação e muito mais com tempo, privacidade, personalização e experiências que realmente façam sentido para quem viaja. Os viajantes de alto padrão estão cada vez mais interessados em experiências únicas, roteiros personalizados e momentos que não possam ser simplesmente reproduzidos por qualquer pessoa. Uma visita privativa a uma vinícola, um jantar preparado especialmente por um chef, uma experiência cultural exclusiva, alguns dias em uma propriedade cercada pela natureza ou até mesmo um roteiro pensado para fugir dos destinos mais movimentados podem representar muito mais do que simplesmente escolher a hospedagem mais luxuosa. Essa transformação também aparece na escolha dos destinos. Muitos viajantes passaram a buscar períodos de menor movimento e lugares menos óbvios, justamente para aproveitar cada experiência com mais tranquilidade. A exclusividade, nesse caso, está também na possibilidade de conhecer um destino sem pressa, com mais privacidade e longe das grandes multidões. Outro aspecto que ganhou força é o bem-estar. Ter tempo para desacelerar, cuidar da saúde, estar em contato com a natureza ou simplesmente desfrutar de alguns dias sem uma agenda cheia passou a ser um dos maiores símbolos de luxo. Spas, retiros, hotéis boutique, experiências gastronômicas e destinos de natureza aparecem cada vez mais nos roteiros de quem busca não apenas conforto, mas uma viagem capaz de proporcionar uma pausa verdadeira na rotina. E talvez essa seja a principal mudança: o viajante de luxo não procura necessariamente o que é mais caro, mas aquilo que é mais adequado ao seu perfil. Para uma pessoa, luxo pode significar uma vila privativa na Toscana. Para outra, pode estar em uma viagem de trem pela Europa, em um safári, em uma experiência gastronômica exclusiva ou em alguns dias em uma ilha paradisíaca. É justamente por isso que planejar uma viagem de alto padrão exige mais do que fazer reservas. Escolher o melhor período, encontrar uma hospedagem que realmente corresponda às expectativas, garantir uma mesa disputada, organizar um transfer privativo ou criar uma experiência especial exige conhecimento, relacionamento e atenção aos detalhes. Nesse cenário, o papel de uma agência especializada vai muito além da compra de passagens e reservas. O trabalho começa entendendo o viajante: seus gostos, seu ritmo, suas prioridades e aquilo que espera vivenciar. A partir daí cada escolha pode ser pensada para transformar o roteiro em algo verdadeiramente personalizado. No fim das contas, o verdadeiro luxo está cada vez menos naquilo que pode ser exibido e mais naquilo que pode ser vivido. É ter tempo, liberdade, conforto e experiências que permaneçam na memória. Porque uma viagem de luxo não precisa ser grandiosa para ser extraordinária, ela precisa ser única para quem a vive.
11 de agosto de 2026
Viajar pela América do Sul pode ficar mais simples para os brasileiros com a consolidação da Carteira de Identidade Nacional (CIN) como documento de viagem. O novo documento, que utiliza o CPF como número único de identificação, passa a ser uma alternativa ao passaporte em países que mantêm acordos com o Brasil para circulação de turistas. Atualmente, a CIN pode ser utilizada por brasileiros em viagens de turismo para Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile, Peru, Colômbia, Bolívia e Equador , observadas as regras de cada destino. A mudança acompanha um movimento de modernização dos documentos brasileiros. A CIN foi desenvolvida com padrões de segurança mais avançados, incluindo QR Code e zona de leitura mecânica (MRZ), recurso também utilizado em documentos internacionais. Além de padronizar a identificação dos brasileiros em todo o país, a nova carteira busca facilitar a conferência de dados e reduzir possibilidades de fraude. A facilidade, porém, não significa que basta ter uma CIN emitida para embarcar. Há outros detalhes importantes que precisam ser observados antes da viagem. O documento deve ser apresentado em sua versão física, estar em bom estado de conservação e ter fotografia que permita identificar claramente o titular . A versão exclusivamente digital da CIN não substitui o documento físico nos postos de imigração. Outro cuidado está relacionado à data de emissão. Para viagens de turismo aos países do Mercosul e associados, a Polícia Federal orienta que seja apresentada cédula de identidade emitida há menos de 10 anos. Documentos como CNH, OAB, CRM, carteiras profissionais e certidões não substituem a identidade para fins de entrada nesses países. Documento facilita, mas planejamento continua essencial “Ter a CIN em mãos facilita muito a viagem, mas ela é apenas uma parte do planejamento. É preciso conferir as regras específicas do país de destino, a validade e as condições do documento, além das exigências sanitárias. Muitas vezes, o viajante acredita que, por estar dentro de um acordo de circulação, está com tudo resolvido, e não é bem assim”, explica Carol Spengler, proprietária da Fibratur Turismo. Um dos exemplos são as exigências relacionadas à febre amarela. Bolívia, Equador, Colômbia e Paraguai estão entre os destinos que podem exigir o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) para viajantes procedentes de áreas de risco. A orientação oficial é consultar as exigências atualizadas antes do embarque, inclusive considerando eventuais escalas e conexões. O CIVP para febre amarela tem validade por toda a vida, e a comprovação passa a valer 10 dias após a vacinação. “É importante não deixar essas verificações para a última hora. Além da documentação de identificação, o passageiro precisa olhar vacinação, regras de entrada, conexão, hospedagem e outros requisitos que podem variar de um país para outro. Para quem viaja com crianças, inclusive recém-nascidos, o planejamento documental também precisa ser feito com antecedência”, acrescenta Carol. Também é importante considerar o seguro viagem. Mesmo nos destinos em que ele não é uma exigência para entrada, a contratação pode evitar despesas elevadas diante de uma emergência médica ou outro imprevisto durante a viagem. Dependendo da cobertura contratada, o seguro pode oferecer assistência médica e odontológica, suporte em caso de bagagem extraviada, cancelamento ou interrupção da viagem e outros serviços. Para destinos fora desse grupo de países sul-americanos, a CIN não substitui o passaporte. Nesses casos, o viajante deve observar a validade exigida pelo país de destino, que frequentemente é de pelo menos seis meses, além de outras regras específicas. Também é importante verificar previamente se o destino aceita passaportes de emergência ou se exige um documento convencional. Fibratur orienta viajantes em todas as etapas Para quem está planejando uma viagem internacional, contar com orientação profissional pode fazer diferença. Em Florianópolis, a Fibratur Turismo, agência com mais de 30 anos de atuação no mercado, oferece suporte para diferentes etapas da viagem, desde a escolha do destino e emissão de passagens até hospedagem, roteiros e contratação de seguro viagem. A agência também pode auxiliar o viajante na organização de serviços e comodidades que tornam a experiência mais tranquila, especialmente para quem está viajando ao exterior pela primeira vez ou pretende montar um roteiro que envolva diferentes cidades e países. Com a modernização dos documentos brasileiros e as possibilidades de circulação pela América do Sul, o momento é favorável para colocar novos destinos no mapa. Mas, antes de fazer as malas, a recomendação continua sendo a mesma: informação, planejamento e documentação em dia são os melhores companheiros de viagem. Para quem está em Florianópolis e região, a Fibratur Turismo oferece atendimento especializado para transformar o planejamento em uma viagem organizada, segura e de acordo com o perfil de cada viajante.
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