FIQUE ATENTO
Informações importantes para sua viagem
Outras dicas e informações importantes, leia em nosso Blog

Viajar pela América do Sul pode ficar mais simples para os brasileiros com a consolidação da Carteira de Identidade Nacional (CIN) como documento de viagem. O novo documento, que utiliza o CPF como número único de identificação, passa a ser uma alternativa ao passaporte em países que mantêm acordos com o Brasil para circulação de turistas. Atualmente, a CIN pode ser utilizada por brasileiros em viagens de turismo para Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile, Peru, Colômbia, Bolívia e Equador , observadas as regras de cada destino. A mudança acompanha um movimento de modernização dos documentos brasileiros. A CIN foi desenvolvida com padrões de segurança mais avançados, incluindo QR Code e zona de leitura mecânica (MRZ), recurso também utilizado em documentos internacionais. Além de padronizar a identificação dos brasileiros em todo o país, a nova carteira busca facilitar a conferência de dados e reduzir possibilidades de fraude. A facilidade, porém, não significa que basta ter uma CIN emitida para embarcar. Há outros detalhes importantes que precisam ser observados antes da viagem. O documento deve ser apresentado em sua versão física, estar em bom estado de conservação e ter fotografia que permita identificar claramente o titular . A versão exclusivamente digital da CIN não substitui o documento físico nos postos de imigração. Outro cuidado está relacionado à data de emissão. Para viagens de turismo aos países do Mercosul e associados, a Polícia Federal orienta que seja apresentada cédula de identidade emitida há menos de 10 anos. Documentos como CNH, OAB, CRM, carteiras profissionais e certidões não substituem a identidade para fins de entrada nesses países. Documento facilita, mas planejamento continua essencial “Ter a CIN em mãos facilita muito a viagem, mas ela é apenas uma parte do planejamento. É preciso conferir as regras específicas do país de destino, a validade e as condições do documento, além das exigências sanitárias. Muitas vezes, o viajante acredita que, por estar dentro de um acordo de circulação, está com tudo resolvido, e não é bem assim”, explica Carol Spengler, proprietária da Fibratur Turismo. Um dos exemplos são as exigências relacionadas à febre amarela. Bolívia, Equador, Colômbia e Paraguai estão entre os destinos que podem exigir o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) para viajantes procedentes de áreas de risco. A orientação oficial é consultar as exigências atualizadas antes do embarque, inclusive considerando eventuais escalas e conexões. O CIVP para febre amarela tem validade por toda a vida, e a comprovação passa a valer 10 dias após a vacinação. “É importante não deixar essas verificações para a última hora. Além da documentação de identificação, o passageiro precisa olhar vacinação, regras de entrada, conexão, hospedagem e outros requisitos que podem variar de um país para outro. Para quem viaja com crianças, inclusive recém-nascidos, o planejamento documental também precisa ser feito com antecedência”, acrescenta Carol. Também é importante considerar o seguro viagem. Mesmo nos destinos em que ele não é uma exigência para entrada, a contratação pode evitar despesas elevadas diante de uma emergência médica ou outro imprevisto durante a viagem. Dependendo da cobertura contratada, o seguro pode oferecer assistência médica e odontológica, suporte em caso de bagagem extraviada, cancelamento ou interrupção da viagem e outros serviços. Para destinos fora desse grupo de países sul-americanos, a CIN não substitui o passaporte. Nesses casos, o viajante deve observar a validade exigida pelo país de destino, que frequentemente é de pelo menos seis meses, além de outras regras específicas. Também é importante verificar previamente se o destino aceita passaportes de emergência ou se exige um documento convencional. Fibratur orienta viajantes em todas as etapas Para quem está planejando uma viagem internacional, contar com orientação profissional pode fazer diferença. Em Florianópolis, a Fibratur Turismo, agência com mais de 30 anos de atuação no mercado, oferece suporte para diferentes etapas da viagem, desde a escolha do destino e emissão de passagens até hospedagem, roteiros e contratação de seguro viagem. A agência também pode auxiliar o viajante na organização de serviços e comodidades que tornam a experiência mais tranquila, especialmente para quem está viajando ao exterior pela primeira vez ou pretende montar um roteiro que envolva diferentes cidades e países. Com a modernização dos documentos brasileiros e as possibilidades de circulação pela América do Sul, o momento é favorável para colocar novos destinos no mapa. Mas, antes de fazer as malas, a recomendação continua sendo a mesma: informação, planejamento e documentação em dia são os melhores companheiros de viagem. Para quem está em Florianópolis e região, a Fibratur Turismo oferece atendimento especializado para transformar o planejamento em uma viagem organizada, segura e de acordo com o perfil de cada viajante.

Viajar para o exterior pela primeira vez é uma experiência cheia de expectativas, mas um detalhe que parece óbvio ainda gera muitas dúvidas entre os passageiros: afinal, onde retirar a bagagem no retorno ao Brasil? A resposta é simples, mas nem sempre é bem explicada. Quem desembarca de um voo internacional e segue para outra cidade brasileira precisa, obrigatoriamente, retirar a bagagem na primeira cidade de chegada ao Brasil, passar pela alfândega e, depois, fazer um novo despacho das malas para o voo doméstico. Um exemplo comum é o trajeto Miami – São Paulo – Florianópolis. Ao desembarcar em São Paulo, o passageiro deve retirar as malas, passar pela fiscalização da Receita Federal e, somente depois, fazer o check-in da bagagem para Florianópolis. Segundo Carol Spengler, proprietária da Fibratur, muitos transtornos acontecem porque o viajante desconhece essa regra ou não recebe a orientação adequada durante o voo. "Muitos passageiros acreditam que a bagagem seguirá automaticamente até o destino final, mas isso não acontece nos voos internacionais com conexão no Brasil. A retirada da mala na primeira cidade de chegada é obrigatória para o processo de alfândega, e esse é um dos pontos que mais gera dúvidas entre quem viaja pela primeira vez", explica Carol. Outro cuidado importante é comprar toda a viagem em uma única reserva, desde a origem no exterior até a cidade final no Brasil. "Se o trecho internacional e o nacional forem emitidos juntos, a companhia aérea é responsável por reacomodar o passageiro caso haja atraso no voo, demora na entrega das bagagens ou filas na alfândega que provoquem a perda da conexão. Mas quando o passageiro compra o voo internacional separado do trecho doméstico, essa responsabilidade deixa de existir. Se perder o voo nacional, poderá ter que comprar uma nova passagem, muitas vezes pagando valores elevados", alerta Carol. Por isso, antes de embarcar, vale buscar orientação especializada para evitar imprevistos e viajar com mais tranquilidade. Com mais de 30 anos de atuação no mercado catarinense, a Fibratur acompanha seus clientes em todas as etapas da viagem, oferecendo suporte desde a escolha das passagens até informações importantes sobre conexões, bagagens e procedimentos de imigração e alfândega.


