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Informações importantes para sua viagem
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Uma viagem corporativa começa muito antes do embarque. Antes de escolher um voo ou reservar um hotel, existe uma série de decisões que podem impactar diretamente o custo da viagem, a produtividade do colaborador e até o resultado do compromisso que motivou aquele deslocamento. E, embora a antecedência seja importante, existe uma diferença entre simplesmente comprar uma viagem cedo e planejar uma viagem de forma estratégica. As viagens corporativas continuam ocupando um papel relevante na economia brasileira. Em 2025, o segmento movimentou cerca de R$ 13,7 bilhões no Brasil, segundo dados da Abracorp. Para 2026, a entidade projeta um novo recorde, próximo de R$ 14 bilhões. No cenário global, a GBTA projeta crescimento de 13,8% nos gastos com viagens corporativas no Brasil em 2026. Ao mesmo tempo, o mercado enfrenta pressão de custos, maior complexidade operacional e necessidade crescente de controle e visibilidade. Isso significa que o desafio das empresas não é simplesmente viajar menos. É viajar melhor. Quanto tempo antes devo planejar uma viagem corporativa? Não existe uma única resposta. A antecedência ideal depende do tipo de viagem, do destino, do período, do perfil do viajante e do objetivo daquele deslocamento. Uma viagem nacional simples pode ser administrada com algumas semanas de antecedência. Já uma viagem internacional, uma participação em feira ou congresso, ou uma viagem de grupo exige planejamento muito maior. Como referência de gestão: Viagens nacionais individuais : 14 a 21 dias podem oferecer uma boa margem para planejamento. Viagens internacionais : 30 a 60 dias ou mais permitem trabalhar com maior variedade de voos, horários e hospedagens. Feiras, congressos e grandes eventos : quanto antes a participação estiver confirmada, melhor. A disponibilidade de hotéis próximos ao evento e de voos em horários convenientes pode se tornar um fator crítico. Grupos e viagens de incentivo : o planejamento deve começar ainda mais cedo, principalmente quando envolve bloqueio de apartamentos, transporte, restaurantes, eventos e experiências. Esses períodos não devem ser tratados como regras rígidas de compra. O mais importante é analisar cada viagem dentro do contexto da empresa. Antecedência não significa apenas pagar menos Esse é um dos principais equívocos na gestão de viagens corporativas. O menor preço nem sempre representa a melhor escolha. Um voo mais barato pode ter uma conexão longa, chegar depois do horário de uma reunião ou exigir um deslocamento adicional. Da mesma forma, um hotel com diária menor pode estar distante do local do evento e gerar mais gastos com transporte, além de consumir tempo do colaborador. Por isso, a análise precisa considerar o custo total da viagem. Preço da passagem, hospedagem, transporte, tempo de deslocamento, produtividade, flexibilidade e segurança fazem parte dessa conta. Em uma viagem corporativa, o objetivo não é encontrar simplesmente a opção mais barata. É encontrar a melhor solução dentro das regras e objetivos da empresa. A política de viagens transforma decisões individuais em uma estratégia corporativa Empresas que possuem uma política de viagens bem estruturada conseguem estabelecer parâmetros claros para diferentes situações. Quanto pode ser gasto com uma passagem? Qual categoria de hotel pode ser utilizada? Quando uma compra precisa de aprovação? Qual é a antecedência esperada? Quando uma exceção precisa ser justificada? Quem aprova? Essas regras reduzem decisões improvisadas e ajudam a equilibrar autonomia do colaborador com controle financeiro. Mais importante ainda: uma política eficiente precisa estar conectada à operação. Não basta ter um documento dizendo o que pode ou não pode. É preciso que a política esteja refletida no processo de solicitação, aprovação, reserva, emissão, prestação de contas. E quando a viagem aparece de última hora? A realidade corporativa nem sempre permite planejamento. Uma reunião pode surgir de repente. Um cliente pode antecipar uma visita. Uma oportunidade comercial pode exigir que um executivo embarque no dia seguinte. Por isso, uma boa gestão de viagens também precisa estar preparada para as exceções. Nesses casos, o papel de uma agência especializada vai muito além de encontrar disponibilidade. É preciso avaliar alternativas de horários, conexões, aeroportos, hotéis e condições tarifárias, além de entender o contexto da viagem e encontrar uma solução que atenda à necessidade do negócio. Planejamento reduz o número de exceções. Gestão eficiente resolve as exceções que inevitavelmente vão acontecer. Tecnologia transforma viagens em dados para decisão Quanto maior o volume de viagens de uma empresa, mais importante se torna transformar as informações da operação em indicadores. Uma gestão estruturada permite acompanhar, por exemplo: • gastos por centro de custo; • viagens por área ou departamento; • antecedência média das compras; • percentual de viagens dentro ou fora da política; • tarifa média; • principais rotas; • gastos com hotelaria; • utilização de fornecedores; • volume de exceções; • economia e oportunidades de negociação. Esses dados permitem que a empresa deixe de olhar para a viagem apenas depois que ela aconteceu. Ela passa a identificar padrões e tomar decisões antes da próxima compra. É aí que a gestão de viagens deixa de ser apenas operacional e passa a contribuir diretamente para a estratégia financeira da empresa. O papel de uma agência de viagens corporativas mudou A gestão moderna de viagens corporativas combina pessoas, tecnologia, processos e inteligência de dados. A tecnologia facilita a reserva e o controle e a política estabelece os parâmetros. Os dados mostram onde estão as oportunidades e uma equipe especializada entra em cena para analisar cenários, resolver exceções, apoiar o viajante e transformar essas informações em decisões melhores. O resultado é uma operação mais previsível para a empresa e uma experiência mais simples para quem precisa viajar. Afinal, quanto antes é melhor? Na maioria das situações, sim, mas não porque uma compra antecipada necessariamente terá o menor preço. É melhor porque dá à empresa mais opções para tomar a decisão certa. No final, uma viagem corporativa não deve ser avaliada apenas pelo valor da passagem ou da diária. Ela deve ser analisada pelo resultado que aquela viagem ajuda a empresa a alcançar. Porque viajar a trabalho é um investimento. E quanto melhor a gestão, maior a possibilidade de transformar esse investimento em resultado. Sua empresa sabe quanto está gastando, onde estão as exceções e quanto poderia economizar com uma gestão mais estruturada?

Durante muito tempo, falar em turismo de luxo significava pensar em hotéis cinco estrelas, suítes sofisticadas, restaurantes premiados e serviços exclusivos. Tudo isso continua fazendo parte desse universo, mas o conceito de luxo está mudando. Hoje, viajar com exclusividade tem cada vez menos relação com ostentação e muito mais com tempo, privacidade, personalização e experiências que realmente façam sentido para quem viaja. Os viajantes de alto padrão estão cada vez mais interessados em experiências únicas, roteiros personalizados e momentos que não possam ser simplesmente reproduzidos por qualquer pessoa. Uma visita privativa a uma vinícola, um jantar preparado especialmente por um chef, uma experiência cultural exclusiva, alguns dias em uma propriedade cercada pela natureza ou até mesmo um roteiro pensado para fugir dos destinos mais movimentados podem representar muito mais do que simplesmente escolher a hospedagem mais luxuosa. Essa transformação também aparece na escolha dos destinos. Muitos viajantes passaram a buscar períodos de menor movimento e lugares menos óbvios, justamente para aproveitar cada experiência com mais tranquilidade. A exclusividade, nesse caso, está também na possibilidade de conhecer um destino sem pressa, com mais privacidade e longe das grandes multidões. Outro aspecto que ganhou força é o bem-estar. Ter tempo para desacelerar, cuidar da saúde, estar em contato com a natureza ou simplesmente desfrutar de alguns dias sem uma agenda cheia passou a ser um dos maiores símbolos de luxo. Spas, retiros, hotéis boutique, experiências gastronômicas e destinos de natureza aparecem cada vez mais nos roteiros de quem busca não apenas conforto, mas uma viagem capaz de proporcionar uma pausa verdadeira na rotina. E talvez essa seja a principal mudança: o viajante de luxo não procura necessariamente o que é mais caro, mas aquilo que é mais adequado ao seu perfil. Para uma pessoa, luxo pode significar uma vila privativa na Toscana. Para outra, pode estar em uma viagem de trem pela Europa, em um safári, em uma experiência gastronômica exclusiva ou em alguns dias em uma ilha paradisíaca. É justamente por isso que planejar uma viagem de alto padrão exige mais do que fazer reservas. Escolher o melhor período, encontrar uma hospedagem que realmente corresponda às expectativas, garantir uma mesa disputada, organizar um transfer privativo ou criar uma experiência especial exige conhecimento, relacionamento e atenção aos detalhes. Nesse cenário, o papel de uma agência especializada vai muito além da compra de passagens e reservas. O trabalho começa entendendo o viajante: seus gostos, seu ritmo, suas prioridades e aquilo que espera vivenciar. A partir daí cada escolha pode ser pensada para transformar o roteiro em algo verdadeiramente personalizado. No fim das contas, o verdadeiro luxo está cada vez menos naquilo que pode ser exibido e mais naquilo que pode ser vivido. É ter tempo, liberdade, conforto e experiências que permaneçam na memória. Porque uma viagem de luxo não precisa ser grandiosa para ser extraordinária, ela precisa ser única para quem a vive.

Viajar pela América do Sul pode ficar mais simples para os brasileiros com a consolidação da Carteira de Identidade Nacional (CIN) como documento de viagem. O novo documento, que utiliza o CPF como número único de identificação, passa a ser uma alternativa ao passaporte em países que mantêm acordos com o Brasil para circulação de turistas. Atualmente, a CIN pode ser utilizada por brasileiros em viagens de turismo para Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile, Peru, Colômbia, Bolívia e Equador , observadas as regras de cada destino. A mudança acompanha um movimento de modernização dos documentos brasileiros. A CIN foi desenvolvida com padrões de segurança mais avançados, incluindo QR Code e zona de leitura mecânica (MRZ), recurso também utilizado em documentos internacionais. Além de padronizar a identificação dos brasileiros em todo o país, a nova carteira busca facilitar a conferência de dados e reduzir possibilidades de fraude. A facilidade, porém, não significa que basta ter uma CIN emitida para embarcar. Há outros detalhes importantes que precisam ser observados antes da viagem. O documento deve ser apresentado em sua versão física, estar em bom estado de conservação e ter fotografia que permita identificar claramente o titular . A versão exclusivamente digital da CIN não substitui o documento físico nos postos de imigração. Outro cuidado está relacionado à data de emissão. Para viagens de turismo aos países do Mercosul e associados, a Polícia Federal orienta que seja apresentada cédula de identidade emitida há menos de 10 anos. Documentos como CNH, OAB, CRM, carteiras profissionais e certidões não substituem a identidade para fins de entrada nesses países. Documento facilita, mas planejamento continua essencial “Ter a CIN em mãos facilita muito a viagem, mas ela é apenas uma parte do planejamento. É preciso conferir as regras específicas do país de destino, a validade e as condições do documento, além das exigências sanitárias. Muitas vezes, o viajante acredita que, por estar dentro de um acordo de circulação, está com tudo resolvido, e não é bem assim”, explica Carol Spengler, proprietária da Fibratur Turismo. Um dos exemplos são as exigências relacionadas à febre amarela. Bolívia, Equador, Colômbia e Paraguai estão entre os destinos que podem exigir o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) para viajantes procedentes de áreas de risco. A orientação oficial é consultar as exigências atualizadas antes do embarque, inclusive considerando eventuais escalas e conexões. O CIVP para febre amarela tem validade por toda a vida, e a comprovação passa a valer 10 dias após a vacinação. “É importante não deixar essas verificações para a última hora. Além da documentação de identificação, o passageiro precisa olhar vacinação, regras de entrada, conexão, hospedagem e outros requisitos que podem variar de um país para outro. Para quem viaja com crianças, inclusive recém-nascidos, o planejamento documental também precisa ser feito com antecedência”, acrescenta Carol. Também é importante considerar o seguro viagem. Mesmo nos destinos em que ele não é uma exigência para entrada, a contratação pode evitar despesas elevadas diante de uma emergência médica ou outro imprevisto durante a viagem. Dependendo da cobertura contratada, o seguro pode oferecer assistência médica e odontológica, suporte em caso de bagagem extraviada, cancelamento ou interrupção da viagem e outros serviços. Para destinos fora desse grupo de países sul-americanos, a CIN não substitui o passaporte. Nesses casos, o viajante deve observar a validade exigida pelo país de destino, que frequentemente é de pelo menos seis meses, além de outras regras específicas. Também é importante verificar previamente se o destino aceita passaportes de emergência ou se exige um documento convencional. Fibratur orienta viajantes em todas as etapas Para quem está planejando uma viagem internacional, contar com orientação profissional pode fazer diferença. Em Florianópolis, a Fibratur Turismo, agência com mais de 30 anos de atuação no mercado, oferece suporte para diferentes etapas da viagem, desde a escolha do destino e emissão de passagens até hospedagem, roteiros e contratação de seguro viagem. A agência também pode auxiliar o viajante na organização de serviços e comodidades que tornam a experiência mais tranquila, especialmente para quem está viajando ao exterior pela primeira vez ou pretende montar um roteiro que envolva diferentes cidades e países. Com a modernização dos documentos brasileiros e as possibilidades de circulação pela América do Sul, o momento é favorável para colocar novos destinos no mapa. Mas, antes de fazer as malas, a recomendação continua sendo a mesma: informação, planejamento e documentação em dia são os melhores companheiros de viagem. Para quem está em Florianópolis e região, a Fibratur Turismo oferece atendimento especializado para transformar o planejamento em uma viagem organizada, segura e de acordo com o perfil de cada viajante.

