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Guia Completo para Alugar um Veículo em Viagens Corporativas

Carol Spengler • 12 de março de 2025

A locação de veículos é um serviço essencial para viagens corporativas, garantindo flexibilidade e praticidade para os colaboradores. No entanto, muitas dúvidas surgem sobre procedimentos de retirada e devolução, proteções extras, políticas de coparticipação, multas e emergências mecânicas.


Neste guia, esclarecemos todas as informações para ajudar empresas e viajantes a evitar custos imprevistos e otimizar a experiência de aluguel de carros.


Como funciona a retirada e a devolução de veículos?


Retirada do Veículo


Antes de sair com o carro, é fundamental verificar alguns detalhes para evitar problemas na devolução.


Passo a passo para a retirada:


  1. Documentação necessária: Apresente CNH válida e um cartão de crédito para garantia (com limite disponível para caução de multas e avarias). E caso a sua empresa já possui um cadastro na locadora, é provável que o condutor não precise apresentar o cartão de crédito para caução de multas e avarias.
  2. Verificação do veículo: Faça uma inspeção detalhada, verificando arranhões, amassados, nível de combustível e funcionamento de itens como faróis e ar-condicionado.
  3. Registro de avarias: Caso note algum dano, informe à locadora e solicite que ele seja registrado no contrato.
  4. Contrato de locação: Leia com atenção as regras sobre quilometragem, devolução, seguros e franquias antes de assinar.


Como devolver o veículo sem custos extras


Local e horário:


  • A devolução deve ser feita no horário estipulado no contrato. Atrasos podem gerar cobranças adicionais.
  • Caso precise devolver o carro em uma unidade diferente da retirada, consulte a política de taxa de devolução.


Nível de combustível:


  • A maioria das locadoras exige que o veículo seja devolvido com o tanque cheio. Caso contrário, será cobrada uma taxa de reabastecimento com valor superior ao preço médio dos postos de gasolina.


Nova inspeção:


  • Assim como na retirada, um funcionário da locadora fará a vistoria final do veículo.
  • Eventuais danos não registrados na retirada poderão ser cobrados do locatário, Complemento: Assim como danos verificados após a devolução, em caso de identifação de má utilização do veículo.


Proteções Extras e Coparticipação


Cada locadora oferece diferentes níveis de proteção, que influenciam diretamente no valor da locação e na responsabilidade do locatário em caso de sinistro.


Tipos de Proteções Oferecidas pelas Locadoras


Proteção Básica


  • O que cobre? Cobre avarias, roubo, furto, mas tem coparticipação alta. Não cobre vidros, pneus e itens internos, nem cobre proteção contra terceiros e ocupantes do veículo.
  • Vale a pena para quem? Quem busca o menor custo inicial e aceita o risco de custos altos em caso de sinistro.


Proteção Intermediária


  • O que cobre? Reduz a coparticipação em caso de danos ao veículo e inclui proteção contra terceiros também.
  • Vale a pena para quem? Quem quer minimizar riscos sem pagar pelo seguro total.


Proteção Total (Zero Franquia)


  • O que cobre? Elimina a coparticipação contra avarias, mas cobra coparticipação em caso de perda total, furto, roubo ou apropriação indébita. Também inclui proteção contra terceiros, vidros e pneus.
  • Vale a pena para quem? Quem deseja tranquilidade e previsibilidade de custos.


Proteção de Vidros, Pneus e Retrovisores (VPR)


  • O que cobre? Cobre custos de reparo/substituição desses itens.
  • Vale a pena para quem? Recomendado para quem viaja em estradas não asfaltadas ou tem maior exposição a riscos urbanos.


Coparticipação: Como Funciona?


A coparticipação é o valor que o cliente precisa pagar em caso de danos ao veículo antes que o seguro cubra o restante.

Exemplo: Se a coparticipação for de R$ 4.000 e o conserto custar R$ 6.000, o locatário paga R$ 4.000 e a seguradora cobre os R$ 2.000 restantes.


Comparativo de Coparticipação Entre as Locadoras


Localiza


  • Proteção Básica (Inclusa no aluguel): Coparticipação a partir de R$ 2.500
  • Proteção Intermediária (Reduz coparticipação): Redução para cerca de R$ 1.000
  • Proteção Total (Isenta de coparticipação): Isenção total da coparticipação em caso de avarias.


Unidas


  • Proteção Básica (Inclusa no aluguel): Coparticipação a partir de R$ 2.800
  • Proteção Intermediária (Reduz coparticipação): Redução para cerca de R$ 1.200
  • Proteção Total (Isenta de coparticipação): Isenção total da coparticipação em caso de avarias.


Movida


  • Proteção Básica (Inclusa no aluguel): Coparticipação a partir de R$ 2.600
  • Proteção Intermediária (Reduz coparticipação): Redução para cerca de R$ 1.200
  • Proteção Total (Isenta de coparticipação): Isenção total da coparticipação em caso de avarias.


Atenção: Os valores podem variar de acordo com a categoria do veículo e o período de locação. Carros mais luxuosos podem ter coparticipação superior a R$ 10.000.


Quando optar pela Proteção Total?


  • Para clientes que desejam evitar imprevistos
  • Para viagens mais longas ou internacionais.
  • Para motoristas que utilizam o carro intensamente.
  • Quando a empresa busca previsibilidade de custos e menor burocracia.


Multas, pane no veículo e outras emergências


Além da proteção contra danos, viajantes corporativos precisam estar atentos a outros fatores que podem impactar a locação.


Como Proceder em Caso de Multa?


O locatário é responsável por qualquer multa cometida durante o período da locação. As locadoras recebem a notificação e repassam o valor ao cliente, acrescido de uma taxa administrativa.


Pontos importantes sobre multas:


  • O valor pode ser cobrado diretamente no cartão de crédito cadastrado ou faturada para a empresa que possui cadastro..
  • A locadora pode cobrar taxas administrativas adicionais.
  • Em casos de infrações gravíssimas, algumas locadoras podem bloquear o cliente para futuras locações.


O que fazer em caso de pane no veículo?


Se o carro apresentar qualquer problema mecânico, é essencial seguir os protocolos da locadora.


Passo a passo para emergências mecânicas:


  1. Não tente consertar o veículo por conta própria.
  2. Entre em contato com a locadora pelo número de suporte 24h informado no contrato.
  3. Aguarde a assistência da locadora, que pode enviar um mecânico ou substituir o veículo.
  4. Caso seja necessário um reboque, use apenas o serviço autorizado pela locadora.


As locadoras oferecem suporte 24h para esse tipo de situação. Em caso de pane elétrica, falha mecânica ou até mesmo troca de pneu, elas devem prestar atendimento sem custo adicional.


Dica: Sempre tenha em mãos os contatos da locadora e o número da reserva para agilizar o atendimento.


Como escolher a melhor opção para a sua empresa?


Para empresas que utilizam aluguel de veículos com frequência, a escolha da locadora e da proteção adequada pode gerar economia e evitar burocracia.


Recomendações finais:


  • Empresas que desejam reduzir custos iniciais podem optar pela proteção básica do veículo e proteção de terceiros.
  • Para empresas que valorizam previsibilidade financeira, a proteção total elimina riscos e custos imprevistos.
  • Viagens de curta duração ou locais seguros podem justificar a escolha de uma proteção intermediária.
  • Empresas com alto volume de locações podem negociar condições diferenciadas com locadoras.


A Fibratur auxilia empresas na escolha das melhores opções de aluguel de veículos, garantindo suporte especializado e condições vantajosas.

Entre em contato e otimize sua gestão de viagens corporativas
Por Carol Spengler 11 de junho de 2026
Algumas cidades passam pela nossa vida sem deixar marcas. São bonitas, interessantes, rendem fotos e boas lembranças. Mas existem outras que fazem algo completamente diferente. Elas permanecem. Você vê vídeos sem procurar. Salva referências no celular. Pesquisa passagem “por curiosidade”. Imagina como seria morar ali, caminhar pelas ruas, frequentar os cafés, ouvir o idioma todos os dias e transformar aquela paisagem em rotina. E, aos poucos, aquela cidade deixa de parecer apenas um destino turístico. Ela começa a parecer possibilidade. Talvez seja Paris. Talvez Nova York. Talvez Roma, Londres, Tóquio ou qualquer outro lugar do mundo que desperte uma sensação difícil de explicar. Porque algumas cidades não atraem apenas pelo que oferecem visualmente. Elas despertam identificação. Como se uma versão sua existisse ali. Viajar tem muito mais relação com emoção do que as pessoas imaginam. Não escolhemos destinos apenas pela arquitetura, pela gastronomia ou pelos pontos turísticos. Muitas vezes escolhemos pela sensação que acreditamos que vamos sentir quando estivermos lá. E isso muda tudo. Porque em algum momento, viajar deixa de ser apenas sobre “conhecer um lugar” e passa a ser sobre experimentar uma nova perspectiva de vida. Novos hábitos. Novas referências. Novas possibilidades. Talvez seja por isso que certas cidades nos perseguem tanto. Elas representam algo que ainda não vivemos, mas que, de alguma forma, sentimos falta mesmo sem conhecer. E talvez a pergunta certa não seja “qual cidade você quer visitar”.  Talvez seja: Qual cidade parece estar esperando por você?
Por Carol Spengler 3 de junho de 2026
A Copa do Mundo sempre movimenta milhões de pessoas ao redor do planeta. Mas a edição de 2026 promete algo ainda maior. Não apenas pelo tamanho do evento, mas pela forma como algumas das cidades mais icônicas dos Estados Unidos vão se transformar completamente durante esse período. Quem já viveu grandes eventos internacionais sabe que a experiência vai muito além dos jogos. A atmosfera muda nas ruas, nos restaurantes, nos hotéis e até na forma como as pessoas ocupam a cidade. Torcedores do mundo inteiro passam a compartilhar os mesmos espaços, criando uma energia difícil de explicar para quem nunca viveu isso presencialmente. Nova York, por exemplo, ganha um ritmo ainda mais intenso durante grandes eventos globais. Telões espalhados, bares lotados, pessoas falando diferentes idiomas e a sensação constante de que tudo importante está acontecendo ao mesmo tempo. Miami mistura praia, entretenimento e futebol em uma cidade naturalmente vibrante. Durante a Copa, essa energia cresce ainda mais, transformando cada dia em uma experiência diferente. Los Angeles entrega uma combinação difícil de encontrar em outro lugar do mundo. Grandes estádios, estrutura gigantesca, entretenimento em alto nível e uma cidade que já parece cenário de cinema mesmo em dias comuns. Dallas entra como um dos destinos ideais para quem gosta da grandiosidade dos eventos americanos. Arquitetura impactante, arenas impressionantes e uma atmosfera criada para receber multidões. O mais interessante é que, durante a Copa, essas cidades deixam de ser apenas destinos turísticos. Elas passam a funcionar como ponto de encontro do mundo inteiro. E esse tipo de viagem raramente funciona no improviso. Os melhores roteiros, experiências e oportunidades surgem para quem começa a planejar antes. Porque uma viagem como essa não é apenas sobre assistir jogos. É sobre viver um momento histórico diretamente do lugar onde tudo está acontecendo. A Copa de 2026 vai durar algumas semanas. Mas as lembranças podem acompanhar você pelo resto da vida.
18 de maio de 2026
Viajar deixou de ser um luxo pontual para se tornar uma escolha cada vez mais presente no estilo de vida das mulheres. Nos últimos anos, esse movimento ganhou força e hoje já impacta diretamente o setor de turismo, com um crescimento significativo no número de viajantes femininas, e muitas delas optando por explorar o mundo sozinhas. Mais do que uma tendência passageira, trata-se de uma mudança de comportamento que envolve independência, planejamento financeiro e busca por experiências significativas. Dados recentes apontam que uma parcela relevante das mulheres tem priorizado investir em viagens em vez de compromissos tradicionais de longo prazo, como a compra de um imóvel. Para muitas, as férias já ocupam o topo da lista de prioridades financeiras, refletindo um novo olhar sobre qualidade de vida e bem-estar. Esse planejamento também se traduz em números expressivos: uma fatia considerável investe anualmente valores significativos em viagens, mostrando que essa decisão é cada vez mais estruturada e consciente. Dentro desse cenário, as viagens solo femininas se destacam. Atualmente, mulheres representam a maioria entre viajantes que optam por explorar destinos por conta própria, com estimativas que chegam a até 80% desse público em nível global. A motivação vai além do turismo tradicional e inclui fatores como autoconhecimento, liberdade, descanso e a possibilidade de vivenciar experiências personalizadas. Além disso, muitas têm buscado roteiros voltados ao bem-estar, hobbies e momentos de reconexão consigo mesmas. No Brasil, o hábito de viajar também segue em expansão. A maior parte das viagens ainda acontece dentro do próprio país, mas os destinos internacionais continuam despertando interesse, especialmente entre quem busca novas culturas e experiências diferenciadas. Países da América do Sul, América do Norte e Europa seguem entre os preferidos, enquanto destinos menos convencionais começam a ganhar espaço entre mulheres que desejam sair do roteiro tradicional com segurança e autenticidade. Outro reflexo dessa transformação está na forma como a viagem é encarada. A experiência não começa mais apenas no destino final, mas desde o embarque. O aumento expressivo no uso de serviços em aeroportos, como salas VIP, mostra que conforto e qualidade passaram a ser parte essencial da jornada, alinhando-se a um perfil de viajante mais exigente e atento aos detalhes. Com esse novo comportamento, o turismo se adapta para atender um público cada vez mais independente, informado e interessado em vivências completas. E para transformar planos em realidade com segurança e praticidade, contar com apoio especializado faz toda a diferença. A Fibratur, com 31 anos de experiência, está pronta para ajudar mulheres a organizar o melhor roteiro e aproveitar cada etapa da viagem com tranquilidade e confiança.
Por Carol Spengler 14 de maio de 2026
Planejar uma viagem internacional envolve escolhas importantes. Destino, roteiro, hospedagem, época do ano. Mas existe uma decisão que vem antes de todas elas e que pode definir completamente o sucesso da viagem: o visto correto. Muita gente encara essa etapa apenas como burocracia. Só percebe a importância dela quando surgem problemas no processo, atrasos inesperados ou até negativas que poderiam ter sido evitadas com orientação adequada. A verdade é que cada país possui exigências específicas e cada objetivo de viagem exige um enquadramento diferente. Turismo, estudo, trabalho, intercâmbio, permanências mais longas ou processos de mudança definitiva seguem critérios distintos. Cada categoria possui regras próprias, documentos específicos, análises diferentes e prazos que variam de acordo com o destino e o perfil do viajante. E é justamente aí que muitos erros acontecem. Escolher um visto incompatível com o objetivo da viagem pode comprometer o embarque, dificultar futuras solicitações e até gerar problemas migratórios que acompanham o viajante por anos. Em muitos casos, o problema não está no perfil da pessoa, mas na forma como o processo foi conduzido desde o início. Por isso, o visto não deve ser tratado como um detalhe operacional. Ele precisa ser analisado de forma estratégica. Quando existe orientação adequada, o processo deixa de parecer confuso e passa a seguir um caminho mais claro, organizado e seguro. A análise correta do perfil, a preparação da documentação e o alinhamento entre objetivo e solicitação reduzem erros, evitam retrabalho e aumentam a previsibilidade em cada etapa. Na prática, isso significa menos ansiedade, menos improviso e muito mais segurança para quem realmente quer transformar planos em embarque real. A Fibratur atua com acompanhamento detalhado e análise individual de cada caso, estruturando processos de visto com método, clareza e precisão. Porque antes de qualquer viagem internacional acontecer, existe uma etapa que precisa ser feita do jeito certo. E ela começa aqui.
Por Carol Spengler 11 de maio de 2026
Floripa terá 4 voos diretos para Lisboa a partir de julho.
8 de maio de 2026
O turismo corporativo segue em expansão no Brasil, impulsionado pela retomada de reuniões presenciais, eventos e agendas estratégicas das empresas. Dados recentes da Fecomércio SC apontam crescimento consistente no segmento, reforçando a importância de soluções cada vez mais eficientes e integradas para a gestão de viagens a trabalho. Atenta a esse cenário, a Fibratur, empresa catarinense com mais de 30 anos de atuação, vem consolidando sua posição como parceira estratégica no mercado corporativo, unindo tecnologia de ponta, inteligência operacional e atendimento personalizado. Mais do que viabilizar deslocamentos, a empresa atua de forma completa na gestão de mobilidade corporativa, integrando viagens e despesas (travel & expense) em uma única jornada digital. Para isso, utiliza algumas das plataformas mais avançadas do mercado, como Argo Travel and Expense, Wooba e WTS, combinadas com soluções de integração desenvolvidas sob medida. “Hoje, a eficiência na gestão de viagens passa pela integração de sistemas, automação de processos e acesso rápido à informação. Nosso papel é conectar essas tecnologias e transformar isso em resultado para o cliente”, destaca Renato Rakoci Volpe, gerente comercial e operacional da Fibratur. Um dos principais diferenciais da Fibratur está na capacidade de integrar sistemas e automatizar fluxos operacionais dentro das empresas clientes. Entre os projetos recentes, a empresa implementou integrações que permitem que dados de viagens sejam enviados automaticamente para sistemas de gestão empresarial (ERP), eliminando tarefas manuais, reduzindo falhas operacionais e liberando equipes para atividades mais estratégicas. Em outro caso, a integração entre sistemas de usuários e dados de viagens possibilitou a criação de painéis completos de conferência, facilitando a conciliação de faturas, aumentando a transparência e reduzindo significativamente o tempo dedicado a processos financeiros. Na prática, essas soluções geram economia direta, ganho de produtividade e maior controle sobre os gastos corporativos. Mesmo com forte uso de tecnologia, a Fibratur mantém como pilar o atendimento próximo e consultivo. Enquanto parte do mercado aposta em modelos totalmente automatizados, a empresa defende uma abordagem híbrida, combinando plataformas robustas com suporte especializado. “Tecnologia é essencial, mas o diferencial está em como ela é aplicada. Nós garantimos que o cliente tenha eficiência sem abrir mão do suporte e da personalização”, reforça Renato Com sede em Florianópolis, a Fibratur carrega o DNA empreendedor catarinense e se posiciona como uma alternativa competitiva frente a grandes plataformas nacionais e internacionais. Em um mercado com crescente presença de travel techs, muitas vezes estruturadas fora do Brasil, a empresa aposta na proximidade com o cliente, no conhecimento regional e na construção de relações de longo prazo. Esse equilíbrio entre tecnologia, experiência e atendimento tem sido decisivo para empresas que buscam não apenas reduzir custos, mas também evoluir a gestão de viagens de forma estratégica. E a atuação da Fibratur vai além da operação. A empresa trabalha com análise de dados, indicadores de performance e melhoria contínua dos processos de viagens corporativas. Entre os principais benefícios entregues estão: · controle de custos em tempo real; · compliance com políticas internas; · relatórios gerenciais e dashboards; · suporte ao viajante em todas as etapas. Com isso, a gestão de viagens deixa de ser apenas operacional e passa a ter impacto direto nos resultados das empresas.
22 de abril de 2026
Com a chegada da Copa do Mundo FIFA, muitos brasileiros já começam a se organizar para viver de perto a emoção dos jogos nos Estados Unidos. Para quem mora em Florianópolis, o planejamento começa pela documentação obrigatória, especialmente o visto de turismo para a sede do campeonato mundial. O processo para obtenção do visto exige atenção desde o início. É necessário preencher o formulário online DS-160, pagar a taxa consular e agendar a entrevista. Como não há consulado americano em Florianópolis, os moradores da região precisam se deslocar até cidades como Porto Alegre, Curitiba ou São Paulo para concluir essa etapa. A entrevista costuma ser rápida, mas é decisiva, e por isso a preparação faz toda a diferença. Durante a entrevista, o ideal é apresentar documentos que comprovem vínculos com o Brasil, como trabalho, renda ou estudos, além de demonstrar com clareza que a viagem tem caráter turístico. Respostas objetivas e segurança ao falar ajudam a transmitir confiança ao agente consular. Embora não seja obrigatório contratar ajuda especializada, buscar orientação com um agente de viagens ou profissional da área pode tornar o processo mais simples e evitar erros comuns, especialmente para quem está solicitando o visto pela primeira vez. Com o visto aprovado, o próximo passo é planejar a viagem em si. Saindo de Florianópolis, os voos para os Estados Unidos geralmente incluem conexões em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro ou Brasília. A escolha do destino final vai depender das cidades-sede dos jogos, com opções bastante procuradas como Miami, Nova York, Los Angeles e Dallas. Organizar cada etapa com antecedência é essencial para evitar imprevistos e aproveitar ao máximo a experiência. Nesse sentido, contar com agências de turismo credenciadas pode ser um diferencial importante, já que oferecem suporte completo ao viajante. A Fibratur é uma excelente opção, pois está há 31 anos no mercado levando passageiros para os mais diversos destinos, reunindo experiência e segurança no planejamento de viagens internacionais. Com informação, planejamento e o suporte certo, acompanhar a Copa do Mundo nos Estados Unidos deixa de ser apenas um sonho e se transforma em uma experiência inesquecível. 
Por Carol Spengler 22 de abril de 2026
Existem viagens em que o destino é o ponto final. E existem aquelas em que o caminho se transforma na própria experiência.
Por Carol Spengler 16 de abril de 2026
Se você está planejando viajar para a Europa, uma nova etapa passa a fazer parte da sua chegada ao continente. A União Europeia iniciou a implementação do EES, um sistema eletrônico de controle de fronteiras que moderniza e digitaliza o registro de entrada e saída de viajantes no espaço Schengen. A principal mudança está na substituição gradual do carimbo manual no passaporte por um sistema digital. A partir da primeira entrada, passam a ser coletados dados biométricos, como impressões digitais e fotografia facial. Alguns aeroportos de chegada estão implementando totens para aplicação dessa mudança, com atendentes de imigração disponíveis para auxiliar no processo de autoatendimento. Esses dados ficam registrados e tem a duração de 3 anos, para depois serem coletados novamente a cada novo país dentro da União Europeia, com algumas exceções  Apesar da atualização tecnológica, as regras de permanência permanecem as mesmas. O limite continua sendo de até 90 dias dentro de um período de 180 dias. O EES se aplica a viajantes que não possuem nacionalidade da União Europeia, do Espaço Econômico Europeu ou da Suíça. Como parte desse novo cenário, também foi lançado o aplicativo Travel to Europe. A ferramenta permite que o viajante realize um pré-registro antes da viagem, inserindo dados do passaporte, enviando uma fotografia facial e preenchendo informações do deslocamento com antecedência de até 72 horas. A utilização do aplicativo é opcional e não substitui o controle de fronteira, já que todo o processo pode ser realizado presencialmente. Durante a fase inicial de implementação, é possível que haja aumento no tempo de espera nos aeroportos, especialmente nos primeiros momentos de adaptação ao sistema. Para quem já tem viagem marcada, acompanhar essas mudanças é uma forma de chegar mais preparado e evitar imprevistos no momento da entrada.
Por Carol Spengler 24 de março de 2026
Muitas pessoas dedicam tempo à escolha do destino, passagens e hospedagem, mas subestimam uma etapa que sustenta toda a viagem: o visto adequado.  Viajar sem o visto correto pode gerar consequências imediatas e duradouras. A primeira delas é o impedimento de entrada no país de destino. Autoridades migratórias têm autonomia para negar o acesso quando a documentação não corresponde ao objetivo da viagem. Esse tipo de situação costuma ocorrer ainda no aeroporto, antes mesmo da entrada oficial no país. Além do transtorno imediato, pode haver registro migratório negativo. Esse histórico passa a integrar futuras análises consulares, tornando novos pedidos mais rigorosos e complexos. As consequências também envolvem impacto financeiro. Passagens, reservas e investimentos feitos para aquela viagem podem ser perdidos. Soma-se a isso o desgaste emocional de ver um plano interrompido por falta de orientação adequada. O tipo de visto determina direitos, prazos de permanência e permissões no destino. Turismo, estudo, trabalho ou negócios exigem categorias específicas. Escolher corretamente é uma decisão estratégica. Viajar bem começa antes do embarque. Começa pela definição do visto certo, pela organização documental coerente e pela análise cuidadosa do perfil do viajante. Com acompanhamento especializado, cada etapa do processo ganha clareza, método e previsibilidade. Se você quer garantir que sua viagem aconteça com tranquilidade, comece pelo fundamento que sustenta tudo.
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