Layout do blog

9 Estações de Esqui na América do Sul

Carol Spengler • 29 de maio de 2023

Se em dezembro inicia a temporada de neve no Hemisfério Norte, é em julho que começa a melhor época para os amantes de neve na América do Sul! E para a sorte dos brasileiros, os países vizinhos contam com diversas estações de esqui na Cordilheira dos Andes.


Inclusive, você sabia que algumas delas estão entre as melhores do mundo? Por isso, a Fibratur decidiu te ajudar com os
9 principais destinos para aproveitar a temporada de neve no Hemisfério Sul e também com algumas dicas.

Boa leitura!


Chile


Corralco

Localizada dentro da Reserva Nacional Malalcahuello-Nalcas, a estação Valle Corralco é uma boa alternativa para quem gosta não só do esporte, mas também de apreciar uma bela paisagem.


Sua base está a 1.480 metros acima do nível do mar e seu ponto mais alto alcança os 2.300 metros. Para os esquiadores de plantão, a estação oferece 25 pistas, além de possuir cinco ski lifts (três são de puxar e dois são chairlifts).


Chillán

A estação de esqui Nevados de Chillán ainda não é um destino tão famoso entre os brasileiros quanto o Valle Nevado, mas sua paisagem cinematográfica é um dos principais motivos para conhecê-la: vales, montanhas e bosques nevados tornam a experiência de praticar esqui ou snowboard ainda mais especial.


Além disso, a estação conta com mais de 35 quilômetros de pistas – incluindo a mais extensa de todo o hemisfério Sul, Três Marias, com 13 quilômetros de descidas e vistas incríveis da natureza da região.


E para quem procura diversão além das pistas e do centro de esqui, é possível agendar passeios de trenó puxado por cães ou de snowmobile pelos bosques.


Portillo

Encravada no meio dos Andes, a apenas 3 km da fronteira com a Argentina, e à beira da estrada que leva até Mendoza, Portillo tem uma localização paradisíaca, com o adendo espetacular da Laguna del Inca, de águas escuras e parcialmente congelada durante a temporada de neve.


Ski Portillo é a primeira estação de esqui da América do Sul e faz parte da história mundial do esporte de neve. Além das pistas com fácil acesso, a estação oferece o Heliskiing – prática de esqui alpino com acesso de helicóptero – que proporciona uma das mais emocionantes descidas pelas montanhas.



Valle Nevado


A apenas 60 km da capital chilena, e com muitos dias de sol por ano durante a temporada, o Valle Nevado conta com 9.000 hectares de área esquiável.



Com um total de 34 pistas de Esqui, das quais 4 são para principiantes, 10 de nível intermédio, 14 para esquiadores avançados e 6 para expertos. Além disso, na estação também existem 11 meios de elevação (andariveles) e um helicóptero para chegar a lugares de difícil acesso. 


E uma curiosidade: para dias em que não tenha nevado durante um longo período, Valle Nevado conta com máquinas que fabricam neve artificial, aplicando sobre 6 das 34 pistas.


Argentina


Catedral Alta Patagônia


Não é à toa que essa é estação de ski mais famosa da Argentina e uma das queridinhas dos brasileiros! Além das pistas para todos os níveis de dificuldade e uma imensa área esquiável, as belezas da região transformam cada momento em uma experiência única.


Aos pés da montanha de Cerro Catedral e às margens do deslumbrante lago Nahuel Huapi, estão todos os serviços que um visitante pode precisar: hotéis, restaurantes, lojas, uma pequena galeria e até um shopping.


Cerro Bayo


A menos de 100 quilômetros de Bariloche, a estação de esqui Cerro Bayo também está às margens do lago Nahuel Huapi – e proporciona visuais deslumbrantes de uma paisagem composta por bosques, montanhas e lagos. No entanto, a cidade de Villa la Angostura tem um perfil mais exclusivo e sossegado, permitindo que os esquiadores se deleitem por pistas e lifts com tranquilidade.


As 25 pistas de esqui e a área esquiável de 460 hectares estão apoiadas por uma infraestrutura de altíssima qualidade, que inclui internet sem fio e diversos restaurantes espalhados pela estação, 16 meios de elevação e mais dias para esquiar em Cerro Bayo, já que a altitude da estação é mais elevada e a neve cai por mais tempo.


Chapelco


Eleita 6 vezes como o melhor resort de inverno da Argentina, Chapelco atrai esquiadores não apenas pela moderna infraestrutura – que inclui um sistema de skipass automatizado com chips e internet sem fio por toda a estação – mas também por suas 28 pistas e a ampla área de ski off-track.


Localizada próxima à fronteira com o Chile, a estação de esqui Chapelco ganha como bônus a geografia única da Cordilheira dos Andes, além da paisagem exuberante da patagônia argentina e do lago Lanín.


A cidade de San Martín de los Andes, na base da montanha, mantém o charme de vilarejo alpino, com chalés de madeira e pedra, cafés e ruelas estreitas onde é possível encontrar restaurantes servindo o melhor da gastronomia regional e bares para relaxar depois de um dia nas pistas.



Las Leñas


Localizada numa das regiões mais remotas da Cordilheira dos Andes, a estação de esqui de Las Leñas combina o conforto e a tranquilidade de um refúgio entre as montanhas com a adrenalina das melhores pistas de ski e áreas de esqui off-track e a badalação de hotéis com diversas opções de vida noturna.


Com 175 quilômetros de área esquiável e uma das maiores pistas de esqui do hemisfério sul, com sete quilômetros de descida e exuberantes paisagens, Las Leñas é a queridinha dos mais experientes: 85% das pistas é dedicada a eles.


Para os iniciantes no esporte, há uma área de mais de mil metros de extensão e baixa inclinação, perfeita para os primeiros movimentos.


A estrutura do centro de esqui ainda conta com shopping, quase 20 restaurantes e bares, museu e spa, além de várias opções de hospedagem com todo o conforto e a praticidade de um resort ski-in/ski-out.



Ushuaia


A Estação de Ski e Snowboard Cerro Castor, foi construída sobre a ladeira sul do Cerro Krund, a 26 quilômetros de Ushuaia, a cidade mais austral do Mundo. É a escolha ideal para aqueles que curtem belas paisagens, pistas com equipamentos modernos e a famosa neve powder, fresca e fofa, que cai em abundância na região.


Privilegiada por sua localização e formação geográfica, a “cidade do fim do mundo” beneficia a estação de esqui Ushuaia com encostas que desafiam todos os níveis de esquiadores e uma das mais longas temporadas de ski da América do Sul, de junho até outubro.


Inclusive, é possível descobrir toda a exuberância da natureza da Terra do Fogo em passeios de trenós puxados por cães, caminhadas com raquetes de neve e cruzeiros pelo mar austral – onde é possível observar pinguins e leões marinhos, habituais visitantes da região.


A Fibratur te leva para a Temporada de Neve na América do Sul!


Sim, são muitos destinos! Mas nós temos certeza que um deles pode ser o destino ideal para uma viagem para a neve no seu estilo.


Por isso, entre em contato conosco agora mesmo e conte com a nossa experiência para preparar um roteiro incrível e recheado de aventuras!


Quero organizar minha viagem para a neve!
22 de abril de 2026
Com a chegada da Copa do Mundo FIFA, muitos brasileiros já começam a se organizar para viver de perto a emoção dos jogos nos Estados Unidos. Para quem mora em Florianópolis, o planejamento começa pela documentação obrigatória, especialmente o visto de turismo para a sede do campeonato mundial. O processo para obtenção do visto exige atenção desde o início. É necessário preencher o formulário online DS-160, pagar a taxa consular e agendar a entrevista. Como não há consulado americano em Florianópolis, os moradores da região precisam se deslocar até cidades como Porto Alegre, Curitiba ou São Paulo para concluir essa etapa. A entrevista costuma ser rápida, mas é decisiva, e por isso a preparação faz toda a diferença. Durante a entrevista, o ideal é apresentar documentos que comprovem vínculos com o Brasil, como trabalho, renda ou estudos, além de demonstrar com clareza que a viagem tem caráter turístico. Respostas objetivas e segurança ao falar ajudam a transmitir confiança ao agente consular. Embora não seja obrigatório contratar ajuda especializada, buscar orientação com um agente de viagens ou profissional da área pode tornar o processo mais simples e evitar erros comuns, especialmente para quem está solicitando o visto pela primeira vez. Com o visto aprovado, o próximo passo é planejar a viagem em si. Saindo de Florianópolis, os voos para os Estados Unidos geralmente incluem conexões em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro ou Brasília. A escolha do destino final vai depender das cidades-sede dos jogos, com opções bastante procuradas como Miami, Nova York, Los Angeles e Dallas. Organizar cada etapa com antecedência é essencial para evitar imprevistos e aproveitar ao máximo a experiência. Nesse sentido, contar com agências de turismo credenciadas pode ser um diferencial importante, já que oferecem suporte completo ao viajante. A Fibratur é uma excelente opção, pois está há 31 anos no mercado levando passageiros para os mais diversos destinos, reunindo experiência e segurança no planejamento de viagens internacionais. Com informação, planejamento e o suporte certo, acompanhar a Copa do Mundo nos Estados Unidos deixa de ser apenas um sonho e se transforma em uma experiência inesquecível. 
Por Carol Spengler 22 de abril de 2026
Existem viagens em que o destino é o ponto final. E existem aquelas em que o caminho se transforma na própria experiência.
Por Carol Spengler 16 de abril de 2026
Se você está planejando viajar para a Europa, uma nova etapa passa a fazer parte da sua chegada ao continente. A União Europeia iniciou a implementação do EES, um sistema eletrônico de controle de fronteiras que moderniza e digitaliza o registro de entrada e saída de viajantes no espaço Schengen. A principal mudança está na substituição gradual do carimbo manual no passaporte por um sistema digital. A partir da primeira entrada, passam a ser coletados dados biométricos, como impressões digitais e fotografia facial. Alguns aeroportos de chegada estão implementando totens para aplicação dessa mudança, com atendentes de imigração disponíveis para auxiliar no processo de autoatendimento. Esses dados ficam registrados e tem a duração de 3 anos, para depois serem coletados novamente a cada novo país dentro da União Europeia, com algumas exceções  Apesar da atualização tecnológica, as regras de permanência permanecem as mesmas. O limite continua sendo de até 90 dias dentro de um período de 180 dias. O EES se aplica a viajantes que não possuem nacionalidade da União Europeia, do Espaço Econômico Europeu ou da Suíça. Como parte desse novo cenário, também foi lançado o aplicativo Travel to Europe. A ferramenta permite que o viajante realize um pré-registro antes da viagem, inserindo dados do passaporte, enviando uma fotografia facial e preenchendo informações do deslocamento com antecedência de até 72 horas. A utilização do aplicativo é opcional e não substitui o controle de fronteira, já que todo o processo pode ser realizado presencialmente. Durante a fase inicial de implementação, é possível que haja aumento no tempo de espera nos aeroportos, especialmente nos primeiros momentos de adaptação ao sistema. Para quem já tem viagem marcada, acompanhar essas mudanças é uma forma de chegar mais preparado e evitar imprevistos no momento da entrada.
Por Carol Spengler 24 de março de 2026
Muitas pessoas dedicam tempo à escolha do destino, passagens e hospedagem, mas subestimam uma etapa que sustenta toda a viagem: o visto adequado.  Viajar sem o visto correto pode gerar consequências imediatas e duradouras. A primeira delas é o impedimento de entrada no país de destino. Autoridades migratórias têm autonomia para negar o acesso quando a documentação não corresponde ao objetivo da viagem. Esse tipo de situação costuma ocorrer ainda no aeroporto, antes mesmo da entrada oficial no país. Além do transtorno imediato, pode haver registro migratório negativo. Esse histórico passa a integrar futuras análises consulares, tornando novos pedidos mais rigorosos e complexos. As consequências também envolvem impacto financeiro. Passagens, reservas e investimentos feitos para aquela viagem podem ser perdidos. Soma-se a isso o desgaste emocional de ver um plano interrompido por falta de orientação adequada. O tipo de visto determina direitos, prazos de permanência e permissões no destino. Turismo, estudo, trabalho ou negócios exigem categorias específicas. Escolher corretamente é uma decisão estratégica. Viajar bem começa antes do embarque. Começa pela definição do visto certo, pela organização documental coerente e pela análise cuidadosa do perfil do viajante. Com acompanhamento especializado, cada etapa do processo ganha clareza, método e previsibilidade. Se você quer garantir que sua viagem aconteça com tranquilidade, comece pelo fundamento que sustenta tudo.
Por Carol Spengler 18 de março de 2026
Os Estados Unidos oferecem múltiplas formas de viajar dentro de um único país. De metrópoles intensas a paisagens cinematográficas, de entretenimento grandioso a praias que combinam descanso e movimento, o destino pode se adaptar exatamente ao estilo de cada viajante. Antes de definir datas e roteiros, vale imaginar que tipo de experiência você deseja viver. Nova York Para quem busca energia constante, diversidade cultural e a sensação de estar no centro do mundo. Cada bairro revela uma identidade própria, da elegância da Quinta Avenida ao clima artístico do Brooklyn. Museus, musicais da Broadway, gastronomia internacional e arquitetura icônica transformam a cidade em uma experiência que nunca se repete. Califórnia Ideal para quem gosta de estrada, liberdade e cenários marcantes. A Pacific Coast Highway entrega vistas inesquecíveis, enquanto cidades como Los Angeles e San Francisco combinam criatividade, inovação e estilo de vida ao ar livre. Vinícolas, praias e parques nacionais completam um roteiro versátil e sofisticado. Flórida Um destino que equilibra entretenimento, descanso e praticidade. Orlando concentra alguns dos parques temáticos mais visitados do mundo. Miami mistura praias vibrantes com compras e gastronomia internacional. É uma viagem que funciona para famílias, casais e grupos de amigos. Las Vegas Para quem valoriza espetáculo, arquitetura impactante e experiências que surpreendem. Shows internacionais, hotéis temáticos e gastronomia premiada fazem da cidade um polo de entretenimento reconhecido globalmente. Tudo acontece com intensidade e organização impecáveis.
12 de março de 2026
Romântica, histórica e absolutamente única, Veneza é um daqueles destinos que parecem ter saído de um filme. Com seus canais no lugar de ruas, gôndolas cruzando a cidade e construções centenárias refletidas na água, o destino italiano segue como um dos mais desejados pelos brasileiros que viajam à Europa. Mas qual é a melhor época para viajar saindo de Florianópolis? A escolha do período ideal depende do que você prioriza: clima agradável ou preços mais baixos. A primavera (abril a junho) e início do outono europeu (setembro e outubro) são considerados os melhores meses para visitar Veneza. As temperaturas variam entre 15°C e 25°C, os dias são mais longos e há menos turistas do que no auge do verão europeu. É o cenário perfeito para caminhar pela Praça de São Marcos e explorar o centro histórico com tranquilidade. Já quem busca economia pode encontrar passagens e hospedagens mais acessíveis em fevereiro, março e novembro, meses de baixa temporada (exceto durante o tradicional Carnaval de Veneza). O clima é mais frio, mas os custos costumam compensar. Julho e agosto concentram a alta temporada, com temperaturas elevadas e grande fluxo de turistas, o que impacta diretamente nos preços. Documentação necessária Brasileiros não precisam de visto para turismo na Itália em viagens de até 90 dias. No entanto, é necessário apresentar: passaporte válido, seguro viagem com cobertura mínima de 30 mil euros (exigência do Tratado de Schengen), comprovante de hospedagem, passagem de volta e comprovação de recursos financeiros. Nos próximos anos, também será exigida a autorização eletrônica ETIAS para entrada na Europa. Mas sobre isso falaremos mais adiante. Saindo de Florianópolis, o embarque parte do Aeroporto Internacional da Capital. Não há voos diretos para Veneza, sendo necessárias conexões, geralmente em São Paulo e depois em cidades europeias como Lisboa, Roma ou Madri. O destino final é o Aeroporto Marco Polo, principal porta de entrada da cidade. O tempo total de viagem costuma variar entre 15 e 20 horas, dependendo das conexões escolhidas. Outra alternativa é voar até Roma ou Milão e seguir de trem até Veneza, uma opção confortável e que permite apreciar ainda mais as paisagens italianas. A moeda oficial é o euro. O ideal é já sair do Brasil com parte do valor em espécie para pequenas despesas. Cartões de crédito internacionais são amplamente aceitos, assim como cartões de débito global. Não é recomendável levar real, e o dólar acaba gerando dupla conversão, o que pode encarecer a viagem. Por que Veneza continua encantando? Veneza é um destino que reúne arte, história, gastronomia e romantismo em um só lugar. Pontes icônicas como a Ponte de Rialto, construções históricas e o charme de seus canais fazem da cidade uma experiência sensorial completa. Mais do que um roteiro turístico, Veneza é um convite a caminhar sem pressa, se perder pelas vielas e viver momentos que ficam na memória. Um destino ideal para casais, mas também para qualquer viajante que queira conhecer um dos cenários mais emblemáticos da Europa. Ficou com alguma dúvida? A equipe da Fibratur está apta para esclarecer todas elas e indicar o melhor momento da viagem, conforme sua preferência. 
Por Carol Spengler 24 de fevereiro de 2026
Decidir tirar o visto costuma vir acompanhado de uma mistura de empolgação e insegurança. O desejo de viajar está ali, mas surgem dúvidas práticas que travam o primeiro passo. Que documentos preciso reunir? Qual tipo de visto escolher? Como funciona a entrevista? É normal se sentir assim. O ponto mais importante é entender que o processo não começa no formulário nem no agendamento. Ele começa com estratégia. Entenda qual visto realmente faz sentido para você Antes de qualquer preenchimento, é essencial identificar o tipo de visto adequado ao seu objetivo de viagem. Turismo, estudo, trabalho, residência ou negócios exigem critérios diferentes. Escolher o visto errado é um dos erros mais comuns e também um dos que mais levam à negativa. Organização de documentos vai além da lista básica Passaporte válido, comprovantes financeiros e vínculos com o Brasil são apenas o começo. Cada perfil exige uma leitura cuidadosa da documentação, para que tudo converse entre si de forma coerente. Não se trata de quantidade, mas de consistência. O formulário precisa contar uma história lógica As informações declaradas precisam refletir sua realidade de forma clara e verdadeira. Dados conflitantes, respostas vagas ou preenchimento automático podem gerar dúvidas durante a análise consular. A entrevista começa antes de entrar no consulado Estar preparado para explicar seu roteiro, seus planos e seus vínculos com tranquilidade faz toda a diferença. Segurança na fala vem de organização prévia, não de improviso. Assessoria especializada reduz riscos e acelera o processo  Quando cada etapa é conduzida com método, o processo flui com mais previsibilidade. Desde o checklist inicial até o pós-entrevista, contar com orientação especializada evita erros silenciosos que custam tempo, dinheiro e oportunidades de viagem. Tirar o visto não precisa ser complicado. Precisa ser bem feio.
Por Carol Spengler 12 de fevereiro de 2026
Decidir tirar o visto costuma vir acompanhado de uma mistura de empolgação e insegurança. O desejo de viajar está ali, mas surgem dúvidas práticas que travam o primeiro passo. Que documentos preciso reunir? Qual tipo de visto escolher? Como funciona a entrevista? É normal se sentir assim. O ponto mais importante é entender que o processo não começa no formulário nem no agendamento. Ele começa com estratégia. Entenda qual visto realmente faz sentido para você Antes de qualquer preenchimento, é essencial identificar o tipo de visto adequado ao seu objetivo de viagem. Turismo, estudo, trabalho, residência ou negócios exigem critérios diferentes. Escolher o visto errado é um dos erros mais comuns e também um dos que mais levam à negativa. Organização de documentos vai além da lista básica Passaporte válido, comprovantes financeiros e vínculos com o Brasil são apenas o começo. Cada perfil exige uma leitura cuidadosa da documentação, para que tudo converse entre si de forma coerente. Não se trata de quantidade, mas de consistência. O formulário precisa contar uma história lógica As informações declaradas precisam refletir sua realidade de forma clara e verdadeira. Dados conflitantes, respostas vagas ou preenchimento automático podem gerar dúvidas durante a análise consular. A entrevista começa antes de entrar no consulado Estar preparado para explicar seu roteiro, seus planos e seus vínculos com tranquilidade faz toda a diferença. Segurança na fala vem de organização prévia, não de improviso. Assessoria especializada reduz riscos e acelera o processo  Quando cada etapa é conduzida com método, o processo flui com mais previsibilidade. Desde o checklist inicial até o pós-entrevista, contar com orientação especializada evita erros silenciosos que custam tempo, dinheiro e oportunidades de viagem. Tirar o visto não precisa ser complicado. Precisa ser bem feio.
Por Carol Spengler 27 de janeiro de 2026
Entenda as diferenças e evite erros que podem comprometer sua viagem.
Por Carol Spengler 14 de janeiro de 2026
E por que planejar isso com antecedência muda completamente a sua experiência.
Share by: